29 abril 2011

Cative o coração Dela Lysa Terkeurst Capítulo 7 Quem diz que a sua esposa é uma princesa


 

Capítulo 7

Quem diz que a sua esposa é uma princesa

Um ex-monge de quarenta e um anos, brilhante e temperamental, e uma ex-freira de vinte e cinco anos que sabe o que quer, que fala diretamente o que pensa. Não é exatamente o que você chamaria de um "feito para o outro".
Quando Martinho Lutero se casou com Katharina Von Bora em 1525, seus amigos e sua família ficaram chocados. Katharina era a ultima de doze freiras que haviam deixado o convento e a quem Lutero estava ajudando a encontrar emprego ou maridos. Lutero continuou tentando encontrar um marido para ela, mas as escolhas dele não agradavam Katie. Ela lhe disse que só via duas opções possíveis: Amisdorf, um amigo de Lutero, ou o próprio Lutero.
Nessa época o estado civil de Lutero estava começando a tornar-se um problema para ele. Os seus inimigos soltavam rumores sobre o seu "harém", sugerindo um comportamento inadequado com as freiras que abandonavam o habito. Os amigos de Lutero pensavam que ele se expunha a criticas desnecessárias e a especulação quando não praticava o que pregava. (Lutero defendia o casamento como uma instituição bíblica e declarava não haver proibição ao casamento para aqueles que trabalham na obra do Senhor.) Até seus pais já velhinhos, desesperados por ter netos, o pressionavam. Não parecia haver esperança: Lutero era obstinado e tinha sido um solteirão toda a vida.
Ele chocou a todos quando decidiu mergulhar no desafio. Três dias após a idéia, Martinho e Katharina se casaram. Não foi um caso amoroso, foi mais um casamento de conveniência para ambos. Como Lutero observou, isso iria "agradar o seu pai, aborrecer o papa, fazer os anjos sorrirem, os demônios chorarem e também selaria o seu testemunho". Ainda assim ele advertiu a sua futura esposa de que poderia ser queimado vivo, e ela com ele. Katie não se atemorizou.
Embora o seu casamento tenha surgido da necessidade, logo o romance desabrochou totalmente. Lutero referia-se apaixonadamente a Katie e aos seus filhos nos seus escritos. Os hospedes percebiam o humor e o calor nos diálogos espirituais entre o casal.
Enquanto era um homem solteiro, Lutero tinha escrito sobre o casamento como sendo necessário para satisfazer as necessidades da carne. Mas depois que se casou, falava de bênçãos espirituais e dos desafios que acompanham o casamento. Passou a se preocupar com os maridos que não demonstravam amor ou carinho por suas esposas.
"Claro que o cristão tem que amar a sua esposa!" Lutero exclamava. "Espera-se que ele ama o seu próximo, e como a esposa é o próximo mais próximo, deve ser o seu amor mais profundo. Ela também deve ser a sua amiga mais querida".
Para um começo tão árido, Martinho e Katie Lutero realmente tiveram um grande casamento. E que grande idéia Lutero teve ao elevar essa freira rejeitada à posição de sua amada esposa. Embora eu tenha certeza de que isso foi um processo, Lutero aprendeu a amá-la como Cristo recomenda, e apaixonou-se mais do que poderia ter imaginado. Eu apenas posso imaginar o que isso fez pela auto-estima e senso de valor próprio de Katie. Ela tinha sido uma ex-freira rejeitada e fugitiva, mas então tornou-se a amada princesa de alguém.
Quando a autora Joyce Landorf perguntou ao Dr. James Dobson, fundador da Focus on the Family: "O que o senhor mudaria nas mulheres se tivesse algum tipo de varinha mágica?", ele respondeu:

Se eu pudesse escrever uma receita para as mulheres do mundo, eu prescreveria a cada uma delas uma dose saudável de auto-estima e valorização pessoal (três vezes por dia até que os sintomas desaparecem). Não tenho duvida de que essa é a maior necessidade delas... Se as mulheres se sentissem genuinamente respeitadas na função de esposas e mães, não precisariam abandonar isso em troca de alguma coisa melhor. Se de fato se sentissem iguais aos homens quanto a seu valor pessoal, não precisariam ser equivalentes aos homens em suas responsabilidades. Se pudessem apenas desfrutar a dignidade e a posição que lhe são concedidas pelo Criador, então a sua feminilidade seria considerada o que tem de mais valioso, ao invés de ser desdenhada como uma roupa a ser jogada fora. Sem duvida, o futuro de uma nação depende de como as suas mulheres são tratadas, e espero que estejam ensinando as nossas meninas a se alegrarem por terem sido escolhidas por Deus para os prazeres especiais da feminilidade.

Posteriormente em uma sessão de aconselhamento com uma mulher que lutava contra a baixa auto-estima, Dr. Dobson perguntou se alguma vez ela tinha exposto seus sentimentos ao seu marido. Em meio as lagrimas ela respondeu: "Estou casada a oito anos, mas meu marido não faz idéia de como me sinto inadequada!" Quando escreveu sobre essa mulher em seu livro que trata daquilo que as esposas gostariam que seus maridos soubessem sobre as mulheres (intitulado What Wives Wish Their Husbands Knew About Women), o Dr. Dobson disse: "A inferioridade é o segredo mais bem guardado do ano, mas ainda assim é o que as esposas gostariam que seus maridos entendesse".
Katie Lutero poderia ter carregado consigo o peso daquele sentimento de ser "indesejada" por toda sua vida, mas isso não aconteceu. Ela prosperou na sua função de esposa de Martinho Lutero. Ela floresceu pelo obvio amor que seu marido sentia por ela. Talvez esse fosse o segredo do seu casamento tão maravilhoso. Ele tornou o seu amor extremamente obvio. Mostrou seu apreço por Katie na forma como a tratava e na forma como a respeitava na vida particular e em publico. Lutero tomou a decisão de ser o marido de uma esposa feliz; e assim foi.
É verdade que o relacionamento da sua esposa com o Senhor deveria ser a única fonte de valor para a sua alma, mas você pode fazer maravilhas a seu favor ao tornar obvio seu amor por ela. Você pode tornar-se o marido de uma esposa mais feliz simplesmente decidindo em seu coração quem ela é. Pergunte a si mesmo, quem é a criatura engraçada que invadiu a sua masculinidade com rabo-de-cavalo, vidros de perfumes, flores e revistas de decoração? Quem é que manda você fazer as compras mais embaraçosas na seção feminina de higiene intima do supermercado? Quem é que passa horas diante do espelho do banheiro debatendo-se com um dos grandes problemas da vida: fazer ou não permanente (tradução: será que ela deve manter o seu cabelo liso ou fazer uma "permanente" para torná-lo crespo)?
Ela é uma filha do Rei dos reis. Ela é uma princesa, criada à imagem de Deus – uma herdeira real do trono eterno. Deus a fez bonita e excepcionalmente dotada. Deus a criou pensando em você, com um coração que anseia o seu amor e aceitação. Ela foi confiada aos seus cuidados para amá-la, honrá-la e apreciá-la "ate que a morte os separe".

MELHORIA PARA O LAR – Peça à sua esposa um retrato dela quando era uma menininha. Guarde-o em sua carteira e olhe-o com freqüência.

PENSAMENTO PARA O DIA – Certa vez ouvi a seguinte frase: "Trate sua mulher como uma rainha, e você será o rei de sua casa".
Diane [St. Peters]

falando de Mulheres...Raquel


 
Raquel
Mara Bueno Consani

(Seu nome significa "ovelha")

Seu caráter:
Manipulada pelo pai, tinha pouco controle sobre as circunstâncias e os relacionamentos de sua vida. Em vez de lidar criativamente com as situações difíceis, comportou-se como uma vítima, reagindo ao pecado com mais  pecado, piorando as coisas ao competir com a irmã e enganar o pai.

Seu sofrimento:
Seu desejo de ter filhos levou-a à morte no parto.

Sua alegria:
O marido a amava e fazia todo o possível para torná-la feliz.                                      

Textos-chave:
Gênesis 29 a 35 / Jeremias 31.15 / Mateus 2.18                 

SUA HISTÓRIA
Seria melhor ser amada e não ter filhos ou não ser amada e ter uma casa cheia de crianças? A pergunta atingiu Raquel como um vento forte fazendo bater sempre a mesma porta.
Lia acabara de dar à luz seu quarto filho, Judá. Em sua alegria, gritara:
- Esta vez louvarei o Senhor (Gn 29.35)
O nome de seu primogênito, Rúben, significava "veja, um filho"; Simeão, "aquele que ouve" e Levi "apegado", como se Jacó pudesse, um dia, apegar-se àquela tão pouco atraente esposa! Raquel estava farta daquele hábito da irmã de chamar os filhos de modo a enfatizar a esterilidade dela.
Lia havia armado uma cilada para Jacó mediante a traição do pai, mas Raquel ganhara o amor dele desde o primeiro encontro junto ao poço, fora de Harã. Cada gesto dele comunicava que ela era sua favorita. Todavia, isso não a fazia conceber filhos, assim como o desejo de enriquecer não é capaz de gerar riquezas. Raquel deveria ter sido a primeira, a única esposa de Jacó, assim como a tia Rebeca era a única esposa do tio Isaque.
O pai de Raquel, Labão, prometera a filha ao sobrinho, Jacó, desde que ele trabalhasse sete anos em sua propriedade. Sete anos era um prazo longo para esperar um marido. Todavia, Jacó considerara essa uma boa troca e Raquel o amou ainda mais por isso.
Quando se aproximou o dia do casamento, Labão inventou um estratagema para conseguir mais sete anos de trabalho por parte de Jacó. O dia feliz de Raquel se desfez em pedaços no momento em que o pai mandou que a irmã mais velha, Lia, se disfarçasse colocando as roupas nupciais de Raquel.
Quando escureceu, ele levou Lia, com um véu no rosto, até a tenda de Jacó, e os dois dormiram juntos como marido e mulher. Quando a luz da madrugada invadiu suavemente a tenda, Jacó virou-se para Raquel, mas só encontrou Lia a seu lado. A traição de Labão o atingiu em cheio. Apesar do engano, das recriminações e das lágrimas, o casamento não podia ser desfeito.
Raquel, porém, sentiu-se arruinada, com sua benção roubada. O plano distorcido de Labão continuava, no entanto, a pleno vapor. Ele fez outro negócio entregando Raquel a Jacó, na semana seguinte, em troca de mais sete anos de trabalho. As duas irmãs viviam, agora, constrangidas, morando juntas e os filhos de Lia constituíam uma lembrança dolorosa de que Raquel, a segunda esposa, continuava estéril.
- Dá-me filhos, senão morrerei – ela gritou a Jacó certo dia, como se ele pudesse tomar o lugar de Deus e fazê-la conceber. Raquel deu, então, ao marido sua criada Bila, que engravidou e teve dois filhos. Quando Naftali, o segundo filho, nasceu Raquel proclamou para quem quisesse ouvir:
- Com grandes lutas tenho competido com minha irmã e logrei prevalecer. – Mas a batalha entre Raquel e Lia estava longe de terminar.
A amargura de Raquel foi novamente aliviada quando ela deu à luz um filho, a quem chamou José, que significa "possa ele acrescentar" – uma oração profética de que Deus acrescentaria ainda outro filho à sua linhagem.
Certo dia, Deus disse a Jacó que voltasse à terra de Isaque, seu pai. Mais de vinte anos antes, Jacó havia tirado a benção de Esaú e fugido da ira assassina do irmão. Teria recebidos, naqueles longos anos, em dobro pelo que havia feito? A traição de Labão e a luta entre Raquel e Lia o faziam lembrar dos conflitos com o irmão? Deus e Esaú dariam o caso por encerrado? Só o Senhor seria capaz de protegê-lo nessa briga com o irmão.
Enquanto Jacó reunia rebanhos, servos e filhos preparando-se par partir, Raquel roubou os deuses do lar do pai, pequenos ídolos que se julgava assegurariam a prosperidade. Depois de dez dias na estrada, Labão foi encontrá-los nas terras montanhosas de Gileade acusando o genro de roubo. Sem saber o que Raquel fizera, Jacó convidou Labão a revistar o acampamento, prometendo matar quem quer que fosse descoberto com os ídolos.
Tendo aprendido com o pai algumas trapaças, Raquel colocou os ídolos numa sela e sentou-se sobre ela. Quando Labão entrou na tenda, ela o cumprimentou com astúcia feminina dizendo:
- Não te agastes, meu senhor, por não poder eu levantar-me na tua presença; pois me acho com a regra das mulheres (Gn 31.35).
O artifício dela deu certo, da mesma forma que o de Jacó ao enganar o pai muito tempo antes e Labão finalmente desistiu da busca. Mais tarde, Jacó mandou retirar todos os velhos ídolos de sua casa.
Enquanto atravessavam o deserto, Jacó encontrou-se com o irmão, Esaú, e os dois se reconciliaram. Mas a tragédia em breve se abateria sobre a família, quando Raquel teve dificuldade em dar à luz um segundo filho, resposta de suas muitas orações. Ironicamente, a mulher que dissera certa vez que morreria se não tivesse filhos, agora estava à beira da morte por causa de um filho. As últimas palavras de Raquel foram:
- Ele é Benoni, o filho do meu sofrimento.
Essas palavras mostram a angústia pela qual passou no nascimento desse filho.
Jacó, porém, colheu a criança nos braços e, com a ternura de um pai, chamou-o de Benjamim: "o filho da minha mão direita".
Como o marido, a formosa Raquel tanto foi autora de planos astuciosos como vítima deles. Enganada pelo pai, encarava os filhos como armas no conflito com a irmã. Como acontece freqüentemente, as lições da traição e da competição foram passadas de geração para geração. O filho de Raquel, José, sofreria muito por causa disso, sendo vendido como escravos pelos meios-irmãos, os filhos de Lia.
Todavia, Deus permanece fiel. Mediante uma série de circunstâncias, o José de Raquel governaria um dia o Egito, providenciando refúgio para o pai e os irmãos em meio a um período de fome. Passo a passo, mediante situações impossíveis de prever, o plano de Deus desenrolava-se, a fim de acabar com as divisões, de fazer cessar as lutas e de restaurar a esperança. Usando pessoas com diversos motivos e desejos confusos, Ele revelava sua graça e misericórdia, nunca esquecendo a promessa que fizera.

SUA VIDA E SUA ÉPOCA
Ciclos Menstruais
"Então, disse ela (Raquel) a seu pai: Não te agastes, meu senhor, por não poder eu levantar-me na tua presença; pois me acho com a regra das mulheres. Ele procurou, contudo não achou os ídolos do lar." (Gn 31.35).
As palavras de Raquel, aqui, são a única menção, nas escrituras, de um ciclo menstrual típico, além da descrição das leis cerimoniais relativas à menstruação encontradas em Levítico e novamente citadas em Ezequiel.
Raquel sabia, sem sombra de dúvida, que sua manobra deteria com sucesso o pai. Ao afirmar que estava menstruada, ela não só guardou os ídolos falsos que roubara, como também sua própria vida, pois Jacó prometera matar quem quer que tivesse roubado os ídolos de Labão.
Durante o período menstrual da mulher hebréia, ela era considerada "imunda". As leis eram, porém, mais rigorosas do que justas para resolver esta questão. Os que tocavam uma mulher nesses dias, mesmo por acaso, tornavam-se imundos até a noite. O lugar onde a mulher dormia ou se sentava era também imundo. Quem quer que tocasse em suas roupas de cama ou em seu assento era considerado imundo até lavar as roupas, banhar-se e esperar até a noite.
A mulher era tida como imunda durante sete dias, prazo normal do período dela. Depois disso, era costume que se banhasse, a fim de ficar limpa. Esse era, provavelmente, o banho que Bate-Seba tomava quando o rei Davi a viu (II Sm 11.2-4). Como ela acabara de ter o seu período, Davi pode ter certeza de que o filho de Bate-Seba era seu quando lhe contou que estava grávida.
O fluxo natural do período menstrual da mulher não exigia oferta de sacrifícios para que fosse purificada; devia simplesmente tomar banho e esperar durante um prazo prescrito. Um fluxo mais longo, menos natural, geralmente causado por uma doença ou uma infecção, exigia um sacrifício, a fim de que a mulher ficasse purificada. Nenhum dos dois implicava falha moral por parte da mulher, mas uma vez que o sangue era considerado fonte da vida, tudo o que se referia a ele tornava-se parte importante da lei cerimonial.
Muitas mulheres consideram seu período mensal, um desconforto e irritabilidade que geralmente o acompanham uma provação mensal – algo que elas têm de suportar e do que os homens, criaturas de sorte, são poupados.
Todavia, é só mediante essa função particular de seu corpo que a mulher pode reproduzir e conceber um filho. Embora algumas vezes aborrecido, outras vezes doloroso, só por meio desse processo é que a mulher tem a oportunidade, que não foi dada a homem algum, de gerar uma nova vida. E, ao fazer isso, fica ligada, de maneira exclusiva, ao Criador de toda a vida.

SEU LEGADO NAS ESCRITURAS

Leia Gênesis 29.30
  1. Como você acha que a maioria das mulheres reagiria à situação no lugar de Raquel? Com amor e preocupação pela irmã não amada? Ou com espírito de superioridade e orgulho?         

Leia Gênesis 30.1            
  1. A agonia expressa pelas palavras de Raquel, aqui, é aquela experimentada pro muitas mulheres ao longo dos séculos. Como o relacionamento íntimo de Raquel e Lia aumentou seu sofrimento? Existiria algum médio de o relacionamento delas ter aliviado a dor que sentiam.

Leia Gênesis 29.30-31 e 30.1                      
  1. Cada uma das irmãs tinha algo que a outra queria. O que Raquel tinha que Lia desejava. O que Lia tinha que Raquel desejava?                                             
  2. O descontentamento é algo insidioso, enganando-nos para pensar que aquilo que nos basta já não é mais suficiente. Você se sente, às vezes, descontente por não ter tudo o que gostaria? O que é preciso fazer para resistir a tais sentimentos?

Leia Gênesis 31.19; 30-34
  1. Por que Raquel tinha esses ídolos? Por que você acha que ela os escondeu do pai?    
  2. Você já esteve numa situação que a levou a mentir ou a enganar a fim de proteger a si mesma ou a outra pessoa? Descreva. O que você poderia/deveria ter feito diferente?

Leia Gênesis 35.16-20
  1. Em vista do fato de estarem no meio da viagem, descreva como imagina a situação em que Raquel se encontrava ao dar à luz.                                                                                  
  2. Um dos paradoxos da vida revelado aqui na trágica história da morte de Raquel é que aquilo que mais desejamos só conseguimos obter desistindo de outra coisa igualmente importante para nós. Você consegue lembrar de uma ocasião em sua vida na qual receber algo que desejava exigiu renunciar a outra coisa?
  3. Jacó deu um novo nome a seu filho Benjamim, que significa "filho da minha mão direita". O que esse novo nome revela sobre a esperança de Jacó para o futuro?

SUA PROMESSA

Gênesis 30.22 diz: "Lembrou-se Deus de Raquel, ouviu-a e a fez fecunda". Deus lembrou-se de Raquel, mas nunca havia, na verdade, se esquecido dela. Quando a Bíblia usa a palavra lembrar, isso não significa que Deus de esquece e depois recorde subitamente. Como se Deus onisciente e Todo-poderoso do universo batesse de repente na testa com a mão e dissesse: "Xiii! Esqueci de Raquel! É melhor fazer alguma coisa depressa!"
Não. Quando a Bíblia diz que Deus lembrou-se de algo, expressa o amor e a compaixão de Deus por seu povo. Lembra-nos da promessa feita por Ele de nunca nos abandonar nem nos deixar sem apoio ou alívio. Ele nunca nos abandonará. Jamais nos esquecerá. Sempre se lembrará de nós.

Promessas nas Escrituras

Lembrou-se, Deus de Raquel, ouviu-a e a fez fecunda. (Gn 30.22)                      

Lembra-te, Senhor, das tuas misericórdias e das tuas bondades, que são desde a eternidade (Sl 25.6)

Tu, Senhor, o sabes; lembra-te de mim, ampara-me. (Jr 15.15)                                        

[...] o Poderoso me fez grandes coisas. Santo é o seu nome. (Lc 1.49)
                                                        
SEU LEGADO DE ORAÇÃO

Lembrou-se, Deus de Raquel, ouviu-a e a fez fecunda. (Gn 30.22)           

Medite
Gênesis 30.1-24

Louve a Deus
Porque Ele não nos esquece nem por um momento. Ele está presente e atento, conhece nossos mais íntimos desejos, mesmo quando temos certeza de que Ele nos perdeu de vista.

Agradeça
Por Deus ser o único Criador. Por causa dEle, toda vida humana é sagrada.                            

Confesse
Que algumas vezes usamos nossos filhos, maridos, lares ou até o tamanho da nossa conta bancária para competir com outras mulheres.

Peça a Deus
Que ajude você a formar amizades sinceras com outras mulheres, a fim de que experimente a alegria de ter irmãs em Cristo.

Eleve o coração
Pense em uma mulher que gostaria de conhecer melhor nos próximos meses. Anote o telefone dela e marque um encontro para um almoço ou um passeio. Faça o possível para separar um tempo para conversar, a fim de começar um relacionamento. Um especialista afirma que é preciso cerca de três anos para constituir uma amizade sólida. Não perca nem mais um minuto!
Oração
"Pai, perdoa-me por permitir que a minha identidade se baseasse no tipo de esposa ou mãe que sou ou no emprego que tenho. Não quero ver outras mulheres como rivais, mas, sim, como amigas em potencial e até como companheiras espirituais. Peço que me leves às amizades que almejo e que me ajudes a ser paciente durante o processo. Amém."

Felizes Os Que Crêem, Pois Eles Conhecerão a Deus...

 
Salmo 33.12 "Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo que ele escolheu para a sua herança". ...

Bom dia a todos que a PAZ daquele que excede todo entendimento seja com todos hoje e para todo sempre Amem!!!!
Tenha um excelente final de semana Super Abençoado por nosso Amado Mestre Jesus que seu final de semana seja
Repleto das bênçãos do Senhor que a PAZ  o Amor e Misericórdia do Senhor lhe alcance e que o Espírito Santo de DEUS
Faça morada Eterna em seu coração!!!!!!!

Felizes Os Que Crêem, Pois Eles Conhecerão a Deus...

Crer é da natureza intima do homem, desde os primórdios da terra o homem sempre buscou as respostas
para suas indagações intimas em busca da compreensão de todos os fatos que lhe ocorria.
Contudo, muitas respostas não foram encontradas e as vincularam ao ser supremo que nos rege e governa.
Muitos séculos se passaram e JESUS veio a terra nos trazer os ensinamentos
que em pratica nos deveria dar a certeza da existência de Deus
e de toda a criação, teimamos ainda em crer pela metade na providência divina,
o que em tese nos impede diretamente de alcançar o que realmente queremos...
Os desígnios da fé exige a crença absoluta no amor,
na compaixão e na misericórdia divina,
entretanto as coisas não ocorrerão ao nosso tempo,
a vontade do pai se difere das nossas necessidades pessoais,
e no momento oportuno quando houver maturidade suficiente às coisas se solucionaram...