BENVINDO

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 Sou servo do Senhor desde 2001,sirvo a Deus na Igreja do Evangelho Quadrangular,  obreiro formado no Instituto Teológico Quadrangular, professor da Escola Bíblica,  casado com Elisângela a 25 anos , pai de 2 filhos maravilhosos,  buscando cada dia conhecer mais ao Senhor. Meu maior desejo é ser " uma bênção" e abençoar àqueles que estão perto e através da web os que estão longe.  Que as bênçãos do Senhor seja transbordante sobre a sua vida, sobre sua casa , sobre sua família, sobre o seu ministério, querido(a) e amado(a) irmão(ã) em Cristo Jesus. 

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

A ÁGUA DA VIDA E O VINHO TEOLÓGICO


Por Marco Elias


água da vida é oferecida por Cristo.
vinho teológico é uma bebida envelhecida largamente oferecida pelos pregadores modernos.
água da vida conduz o fiel à vida eterna e traz cura para a alma. O vinho teológicoconduz à embriaguez e à distorção dos verdadeiros valores cristãos.

A origem da teologia moderna é semelhante ao vinho comum, foi produzida na Alemanha, Suíça e Holanda, envelhecida na Inglaterra, deteriorada nos EUA e consumida no Brasil. Porém a fonte das águas vivas sempre esteve à disposição daqueles que não querem se embriagar com a bebida que tem sido servida nos púlpitos (ou balcões comerciais) brasileiros. Note que o objetivo deste texto não é ofender pessoas, mas mostrar uma triste realidade. Alguns grupos cristãos ignoram que a Bíblia Sagrada é superior a qualquer sistema teológicoAqueles que colocam um sistema teológico acima da Bíblia Sagrada são idólatras.

O evangelho dos apóstolos foi o evangelho da água da vida, o evangelho que lava e dessedenta o pecador. Esta é a característica da água cristalina servida gratuitamente por Cristo. Em ocasiões especiais o mestre sempre serviu ao seu povo o suco da vide, o vinho novo posto em odres novos e ambos se conservam. Um tipo da alegria do Espirito Santo posta no homem nascido novamente. Quem serve o vinho teológico não conhece o vinho novo que Cristo guardou em odres novos.

vinho teológico é um bom ingrediente para semear contendas entre irmãos. A principal característica do vinho teológico é a embriaguez, ele tem muito sabor, devido ao envelhecimento, mas não pode lavar, não pode limpar e dessedentar o pecador. Este trabalho só é possível com a ação da água da vida, pura e cristalina.


Devemos nos lembrar que o cristianismo do tempo de Paulo, Pedro e João caminhou fortalecido e glorioso em meio às cercanias depravadas e imorais do império romano, influenciando a sociedade e jamais sendo influenciado. A teologia dos apóstolos era simples: consistia em viver o evangelho e morrer pela defesa das palavras de Cristo. O cristianismo de Paulo foi posto à prova e resistiu. A teologia dele estava correta. Uma teologia liberal não resiste a uma sociedade liberal e a igreja que praticar tal ideologia, cedo ou tarde perderá a sua identidade cristã. Está chegando a hora em que o modo de vida e o discurso teológico do cristianismo atual será posto à prova. 

A sociedade brasileira caminha para o mesmo liberalismo que tem detonado os EUA e a Europa e eu me pergunto se este evangelho liberal acostumado a servir vinho teológico em vez de água da vida estará preparado para ser um instrumento de Deus ou se ele vai se moldar à sociedade, como ocorreu nos EUA, onde aquilo que outrora era abominável, passou a ser exibido com orgulho no púlpito das igrejas (Confira aqui). vinho teológico tem conduzido certos teólogos à loucura e à insensatez espiritual.

A liderança evangélica brasileira precisa acordar e voltar a influenciar a sociedade de forma positiva. O cristianismo não é um negócio é uma santa vocação, mas vergonhosamente, alguns pregadores pensam que é somente uma fonte de renda (Confira aqui)Os adeptos da teologia da prosperidade não costumam servir o vinho teológico em seus púlpitos, utilizam o tempo do culto para tratar de negócios e mercadejar a fé, quando deveriam distribuir gratuitamente a água da vida.

A Bíblia Sagrada nos ensina a não nos desviarmos nem para a direita e nem para a esquerda. Os servos de Deus não precisam ler a Bíblia Sagrada com a lupa de hereges como Agostinho de Hipona ou com o ponto de vista cruelusurpadorsanguináriodestruidor de homensmanipuladorantibíblico e deturpador do caráter de Deus, pregado e vivido por homens como João Calvino. Note que cada adjetivo deste parágrafo, não está posto de graça no texto. Há um link em cada um deles.

A teologia é simplesmente uma organização sistemática de ideias estabelecidas segundo a interpretação da Bíblia por homens falíveis. A água da vida é servida pelo próprio Cristo que se manifesta no meio da igreja.


Água da vida ou vinho teológico? Você decide!



Que Deus nos Abençoe! 

DEUS NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS

 

Deus-nao-faz-acepcao-de-pessoas
A Bíblia nos diz que Deus não faz acepção de pessoas. Acontece que muitos distorcem esse ensino, afirmando que, por isso, Deus ama a todos, e Cristo morreu por todos. A lógica é a seguinte: se Deus não faz acepção de pessoas, não escolheu uns e rejeitou outros; e Cristo não pode ter morrido na cruz apenas para salvar uma parte da humanidade, mas o seu caráter expiatório favoreceu a todos os homens indistintamente.

Caberia ao homem apossar-se dessa salvação ou não.

A questão é como uma bola de neve: quanto mais se parte de um pressuposto falacioso, e se tenta justificá-lo, mais a mentira ganha corpo, e acaba por se distanciar sobremaneira da verdade. Por fim, não mais como uma pequena bola mas uma avalanche, se volta contra o tolo, a soterrá-lo em meio a uma profusão de equívocos. Resta-nos uma pergunta: então, qual é a verdade?

Os versos que muitos se utilizam para argumentar que Deus ama a todos indistintamente, e por isso não faz acepção de pessoas são: "Porque, para Deus, não há acepção de pessoas" [Rm 2.11]; e, ainda: "Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas" [At 10.34]. Ora, isoladamente, os versos parecem corroborar o pensamento vigente entre os religiosos atuais, ao ponto em que não seria difícil chegar-se à conclusão universalista, a qual assevera que todos serão salvos, até mesmo o diabo e seus anjos, e o inferno é uma simples metáfora das contradições existentes na criação [1]. Esse seria o grand-finale de todo um pensamento confuso, ilusório e não-bíblico, se fosse verdade. Mas, felizmente, não é.

Assim, o que esses versos querem dizer?

No primeiro, Paulo nos mostra a imparcialidade de Deus. Explicando que ninguém pode se considerar inescusável diante dele, e apelar para a inocência por não conhecê-lo e a sua lei; visto a ignorância não ser argumento de defesa para o pecador, "porque todos os que sem lei pecaram, sem lei também perecerão; e todos os que sob a lei pecaram, pela lei serão julgados" [Rm 2.12].

Ao perguntar: "Por quê? Somos nós mais excelentes?"; Paulo respondeu: "De maneira alguma", evidenciando que não há distinção entre os homens, e para Deus todos são iguais, pois tanto judeus como gentios estão debaixo do pecado [Rm 3.9]. "Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" [Rm 3.23]; não há um justo sequer, não há quem entenda ou busque a Deus. Todos se extraviaram, e se fizeram inúteis. "Não há quem faça o bem, não há nem um só" [Rm 3.10-12]. Portanto nenhum de nós merece piedade diante dele; ninguém é melhor aos seus olhos; pelo contrário, todos somos iguais, ímpios, maus, rebeldes, insolentes, escória, indignos até mesmo de existir; e somente não somos consumidos por causa da sua misericórdia, que não tem fim [Lm 3.22].

Nessa multidão de ignorantes, pecadores e desobedientes, Deus, por sua única vontade, exclusivamente pelo seu querer, elegeu alguns para a salvação e o restante para a perdição. O fato é que ninguém merece ser salvo, mas por sua graça, escolheu aqueles que amou por intermédio de seu Filho, Jesus Cristo; "justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus" [Rm 3.24]. Ou seja, Deus escolheu aqueles que amou eternamente, e amou aqueles que escolheu eternamente. Se a eleição fosse pela presciência, ao se antever aqueles que teriam fé, e escolhê-los pela fé que teriam, Deus faria, nesse caso, acepção de pessoas. Ele buscaria uma justificativa na própria pessoa, um mérito nela, e a fé seria esse valor de referência que traria significado a quem a detém, e o fundamento para Deus salvá-la. A eleição não seria pela graça, mas por mérito pessoal, vista ser alcançada pela fé, como fruto do esforço humano e, assim, Deus preferiria-o em detrimento dos que não a têm. Acontece que isso seria justificação por obras, mas nenhuma justiça própria pode dar a salvação, "mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo" [Tt 3.5].

Sendo assim, é complicado e perigoso acreditar que o homem possui a fé antes de se regenerar, pois demandaria uma obra pessoal, numa ação proveniente de uma energia inerente ao homem, alheia à vontade de Deus. Seria o mesmo que alguém ter um fósforo. Ele acenderia o pavio, cujo fogo o percorreria, consumindo-o, a fim de se deflagrar a regeneração. Ele incitaria o Espírito Santo a operar até mesmo contra a sua vontade, de tal forma que, ao menos nesse aspecto, ele se sobreporia a Deus em poder; o qual não poderia fazer nada sem que o pavio fosse acesso, sem que se desse o startpara que, somente então, pudesse agir e iniciar a obra de transformação. Deus se tornaria em um agente passivo [com tudo à mão menos o fósforo], enquanto eu e você seriamos quem na verdade ativaria todo o processo. Nós teríamos a chama suficiente, sem a qual Deus seria um mero espectador; com toda a sua graça amontoada pelos cantos, pronto para entrar em ação, mas impotente para fazê-lo por si mesmo. Deus teria quase tudo, mas não teria o principal: o controle sobre toda a cronologia do evento. Sem o fósforo, e alguém para acendê-lo, o arsenal de graça e misericórdia seriam inúteis e lançados no lixo. Se um homem apenas não se decidisse a usar a sua fé, de nada adiantaria Deus ter preparado toda a sua obra. É como uma festa onde o anfitrião encomendaria o melhor para se comer e beber, e ninguém fosse convidado, ninguém aparecesse de surpresa. A festa não teria sentido, nem os preparativos. O anfitrião veria o salão vazio, a comida intocada, o silêncio, e o despropósito de todos os arranjos comemorativos.

Isso colocaria a nossa vontade em preeminência, numa escala superior à divina. E, Deus, talvez impassível, talvez ansioso [dependendo da cosmovisão] não poderia fazer absolutamente nada, a não ser esperar que a sorte trouxesse alguém à festa; ou que acendessem o pavio.

Poderia ainda usar a seguinte ilustração: guardadas as devidas proporções, seria o mesmo que um comerciante ter um grande estoque de um determinado produto, abrisse a loja, e aguardasse os clientes aflorar, se acotovelar, em busca da mercadoria. Caso eles não viessem, o que faria? Provavelmente, uma liquidação. Para esvaziar o depósito. E não é interessante que o Evangelho não seja um produto de fácil aceitação? E que todos o busquem ansiosamente? Ao ponto em que, para aceitá-lo, o corrompem, distorcendo-o de tal forma que se descaracterize e perca o seu caráter exclusivista e seletivo? Tornando-se palatável, digerível, e assim, facilmente acessível a todos? Possível sem a necessidade de arrependimento e perdão? Contudo, esse não é o Evangelho, mas o antievangelho, que simplesmente acomoda as pessoas aos seus próprios pecados, tornando-as ainda mais cegas e tolas do que já são. O Evangelho separa, divide, leva a perseguições, e até mesmo à morte, como nos diz o Senhor: "Bem-aventurados sereis quando os homens vos odiarem e quando vos separarem, e vos injuriarem, e rejeitarem o vosso nome como mau, por causa do Filho do homem. Folgai nesse dia, exultai; porque eis que é grande o vosso galardão no céu, pois assim faziam os seus pais aos profetas"[Lc 6.22-23]. O que nos leva à seguinte pergunta: a aceitação do Cristianismo e o seu crescimento numérico reflete-se nessa profecia, que garante o ódio do mundo a Cristo e a conseqüente perseguição, ódio e rejeição tanto à sua palavra quanto aos seus discípulos? Se não, o que estamos a fazer? Por que não somos perseguidos? Por não causarmos divisão no mundo? Por que somos aceitos como se fôssemos iguais a eles? Em algum aspecto, o que se tem é um falso cristianismo, que quer e procura ser aceito e não rejeitado, que está pronto a aliar-se ao mundo, e não sofrer as consequências naturais por amor a Cristo, e em seu nome. Alguém pode imaginar uma coalisão ou aliança entre luz e trevas? [2]

Pois bem, Paulo está dizendo que ninguém pode se autojustificar diante de Deus, logo, Deus não vê nenhuma qualidade no homem para escolhê-lo; e a escolha recai no próprio Deus, que a faz segundo os seus critérios, segundo a sua vontade, sem a ingerência ou mérito algum de quem quer que seja. Como está escrito: "Compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece" [Rm 9.15-16]. A eleição é algo que vem do Senhor, não do homem [Jn 2.9]. É garantida por sua santidade, perfeição, sabedoria e justiça. Não será determinada por obras humanas, pois todas as nossas justiças são "como trapos de imundícia" diante de Deus, porque todos somos como imundos em nossas iniquidades [Is 64.6-7]. Em suma, todos somos condenáveis diante de Deus. Por isso, em sua justiça, ele não faz acepção de pessoas.

No segundo caso, Pedro, após ser advertido por Deus em sonho para não preferir os judeus em detrimento dos gentios, na proclamação do Evangelho, reconheceu que ele devia ser apresentado a todas as criaturas, sem exceção. O que ele disse em "Deus não faz acepção de pessoas" foi confessar que as "boas novas" têm de ser levadas também aos gentios, e que não são exclusividade dos judeus, ao ponto dele crer que tanto esses como aqueles seriam salvos pela graça do Senhor [At 15.7-11]. A morte de Cristo na cruz devia ser anunciada entre todos os povos e nações, para que, assim, os eleitos fossem alcançados pela verdade, sem a qual todos estariam irremediavemente condenados e proscritos ao fogo do inferno. Então, o que temos aqui é a proclamação do Evangelho para eleitos e réprobos, judeus e gentios, deixando claro que, nesse aspecto, o da pregação, Deus não faz também acepção de pessoas, e todas estão no mesmo nível de igualdade.

Neste ponto, não é preciso muita explicação, pois o contexto a que Pedro se refere está suficientemente delineado.

Portanto, restam ainda duas questões a esclarecer:

1) Cristo morreu por todos na cruz?

2) No caso da salvação, Deus faria acepção de pessoas?

Esses serão capítulos à parte, que escreverei em breve, se assim Deus quiser.

Notas:

[1] Alguns universalistas chegam ao extremo de afirmar que o diabo, demônios e o inferno são meras figuras de linguagem, usadas para revelar o mal como algo metafísico, abstrato, sem forma definida, onde não há sujeitos, mas parte da essência humana e que será derrotado no homem pelo próprio homem, pelo bem que subjaz em si mesmo. Em linhas gerais, para eles, Cristo veio nos dar exemplos morais, não veio salvar um grupo de eleitos, porque todos são filhos de Deus; o qual, por ser amor, não condenará ninguém.
[2] Esta questão está um pouco desfocada do objetivo do texto, mas considerei apropriado incluí-la sem desenvolvê-la suficientemente, o que poderá ocorrer em outro momento, num texto isolado sobre o assunto.
[3] Interessante que o projeto para escrever esta série estava engavetado há algum tempo, e até achava que não a escreveria mais. Contudo, ao ler o texto do Mizael Reis, "Suponhamos que Deus não fosse soberano", obtive o estímulo necessário para realizá-lo.
Fonte: Internautas Cristãos

O FINDAR DE UMA JORNADA"

  

"Se o ouvirem, e o servirem, acabarão seus dias em bem, e os seus anos em delícias." Jó 36:11

Introdução:

Quando o homem empreende uma jornada na sua vida. Ele começa a planejar como alcançar êxito dessa empreitada.Para isso ele traça o seu projeto para conseguir uma jornada bem sucedida e a concretização dos seus planos.
O projeto humano é falível, imperfeito e não o satisfaz completamente. E em muitas das vezes trazem angústias, decepções e frustrações.
O único projeto Perfeito e  que nos satisfazem completamente é o projeto de Deus. Somente vivendo esse projeto de Salvação que nos foi revelado pelo o Espírito Santo é que o desfecho da nossa jornada será maravilhoso.

Desenvolvimento:

A descrição bíblica mostra em detalhes o projeto de Salvação que é ato e processo. Esse projeto tem a finalidade de resgatar o homem para a presença de Deus.


"Se o ouvirem, e o servirem,"

O propósito do Senhor sempre foi de abençoar ao homem. E de Suprir todas as suas necessidades sejam elas: físicas, materiais e principalmente as espirituais.

Quem não almeja desfrutar das bênçãos do Senhor e morar no Céu?

A condição é de ouvir e servir a Deus.
Esse pronome "Se"mostra que o homem é livre para escolher. Deus nos deu esse direito. Não somos forçados por Deus a nada.

Ouvir  = No chamado para a Salvação Ouvirmos a voz maravilhosa e poderosa de Deus.

"De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus." Romanos 10:17
Essa é a maior experiência que podemos ter que é de ouvir a voz de Deus.

Servirem= o processo de Salvação. Servimos a Deus por Amor e gratidão.É o reconhecimento de tudo aquilo que o Senhor tem feito, faz e fará em proldo seu povo.

Servimos ao um Senhor maravilhoso que nos ama e cuida de nós.


 "acabarão seus dias em bem,"

A Salvação já passamos a desfrutar dos seus benefícios apartir do momento que aceitamos o Senhor como o nosso Salvador.
Quais são esses benefícios:

1- Segurança
2- Saúde
3- Vitória
4- Preservação
5- Felicidade
6- Cura
7- Vida eterna

e os seus anos em delícias." Jó 36:11


O desfecho final para aqueles que ouvirem e servirem ao Senhor e maravilhoso. Queé de morarmos com o nosso Salvador no Céu.

O mais importante em uma jornada não é o seu início mas o  seu término.
O que você almeja ao findar a sua jornada terreal?

Ø  Afelicidade;
Ø  A concretização dos seus projetos ( pessoais, familiares, profissionais);
Ø  Morar na eternidade com Deus.

As promessas de Deus que estão estabelecidas na sua Palavra são fiéis e verdadeiras. Você quer que essas promessas descritas no texto se cumpra ao final da sua Jornada? Entregue a sua vida ao Salvador.


Conclusão:

O findar da nossa jornada só tem um desfecho maravilhoso se atentarmos para o conselho que o E.S. nos dar  que é "Se ouvirmos e servirmos a Deus."


"Se o ouvirem, e o servirem, acabarão seus dias em bem, e os seus anos em delícias." Jó 36:11



Josenilson Félix

CANSADO, ESTRESSADO, ATRIBULADO E SOBRECARREGADO


Se a carga que você esta levando sobre sua vida ta parecendo muito pesada, é porque você esta lutando sozinho, e vencê-la, está parecendo totalmente fora do alcance.

O estresse esta totalmente corroendo até mesmo a sua habilidade de lutar, e parece que nunca vai chegar o fim de tanta tribulação.

Muitas pessoas sentem a necessidade de buscar ajuda em meio a esta sobrecarga da vida, mesmo que seja anos de batalha pelo tempo que já passou, estão cansadas e feridas pela luta do dia a dia.

Sabemos que quando isso esta acontecendo, devemos buscar ajuda, esta só vamos encontrar em uma palavra de alivio que Jesus nos deixou em Mateus 11:28, " Vinde a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei ".

O alivio para toda sobrecarga encontramos em Cristo.

Quando nós entendemos esta mensagem, nos tornamos fortes e não sentimos mais cansaços, estresses, tribulações e sobrecargas, pois Jesus, já nos mostrou como tirar este fardo pesado, mesmo que ele seja de máxima urgência.

Lançando nosso fardo pesado em Jesus, Ele nos alivia, sentimos muita Paz vinda Dele, os vendavais do estresse quando entregamos para Jesus, não nos abatem, e sim, nos traz a Paz que tantas pessoas procuram e não acham.

Quando descobrimos que em Cristo somos mais que vencedores, o pesadelo do cansaço sobrecarregado vai embora, e sentimos Paz interior dentro do nosso coração, e já não nos encontramos lutando sozinhos, poia Jesus esta conosco em todo tempo, nos aliviando, e tirando toda a sobrecarga da vida.

Procure a Cristo, lance sobre Ele todos os teus fardos, e você verá que vale a pena Crer e acreditar Nele.

Pr. Marcos Monte

Por Litrazini

Graça e Paz


DE ONDE ME VIRÁ O SOCORRO?

 



O homem na sua angústia sempre olhou para o céu na busca de socorro. O céu sempre foi uma atração quando na terra se esgotou a esperança. Talvez por esta razão, o homem tenha sempre considerado o céu como a habitação de Deus. Encéuzar Deus é considerá-Lo distante, além das galáxias e por esta razão o salmista em sua prece, elevou os seus olhos para os montes, em busca de auxílio. Sl 121:1.
Alguns cristãos têm o hábito de orar em voz alta pois para estes Deus está distante e é preciso despertá-Lo para os acudir.
Desde o princípio que Deus procurou o homem para ter comunhão com ele. Os encontros de Deus com os nossos primeiros pais no Éden, o companheirismo com Enoque, o homem que andava com Deus, os diálogos com Abraão e a Sua presença, entre os homens manifestada olhos nos olhos, verdadeiro Deus e Homem, na pessoa de Jesus, o Nazareno, a descida do Espírito Santo no dia pentecostes que veio habitar não em templo mas em cada um daqueles que pela graça receberam a vida eterna e são peregrinos para

testemunharem a vontade de Deus de ter reconciliado toda a humanidade com Ele e não mais imputando aos homens os seus pecados, o Cristo em nós, "porque nele vivemos e nos movemos, e existimos At 17:28".


Precisamos de acreditar que temos a mente de Cristo, que somos profetas de Deus que nossas mãos limpas tocaram na Palavra da vida. " Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela e vos anunciamos a vida eterna que estava com o Pai e nos foi manifestada; o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai e com Seu Filho. Estas coisas vos escrevemos, para que o vosso gozo se cumpra, I Jo 1:1-4".

Fraternalmente

Casal com uma missão,

Amílcar e Isabel Rodrigues

A MATEMÁTICA DA FAMÍLIA E A IDEOLOGIA DE GÊNERO






ALGUNS AINDA NÃO ENTENDERAM a briga de OUTROS quanto a uma questão contida na prova do ENEM. Aqui vai a resposta (para quem me perguntou):

Dividimos as pessoas envolvidas em três conjuntos para melhor entendimento:

CONJUNTO MATEMÁTICO 1 - A ESQUERDA BRASILEIRA

COMO ESTAS PESSOAS PENSAM?

► A Ideologia de Gênero, ou melhor dizendo, a Ideologia da Ausência de Sexo, é uma crença segundo a qual os dois sexos — masculino e feminino — são considerados construções culturais e sociais, e que por isso os chamados "papéis de gênero" (que incluem a maternidade, na mulher), que decorrem das diferenças de sexos alegadamente "construídas" — e que por isso, não existem — são também "construções sociais e culturais". 
 Por exemplo, a feminista Gloria Steinem queixa-se da "falsa divisão da natureza humana em 'feminino' e em 'masculino' (sic)". E a escritora francesa Simone Beauvoir pensou a gravidez como "limitadora da autonomia feminina", porque, alegadamente, "a gravidez cria laços biológicos entre a mulher e as crianças, e por isso, cria um papel de gênero". ◄

CONJUNTO MATEMÁTICO 2 - A DIREITA BRASILEIRA

COMO ELES PENSAM?


CONJUNTO MATEMÁTICO 3 - ATIVISTAS QUE ABANDONARAM A ESQUERDA, POR CAUSA DO SOFRIMENTO PESSOAL

Leia e tire suas conclusões: Texto traduzido: https://archive.is/qwkyM

RESUMO GERAL PARA NINGUÉM FICAR SEM ENTENDER OU ENGANADO!

Se aquilo que chamam de "Ideologia de Gênero" fosse aplicado na escola, seu filho(a) poderia tomar banho "pelado(a)" junto com os amiguinhos e amiguinhas, depois da educação física semanal. Afinal este negócio de sexo não existe (segundo eles). 

Vale lembrar que em Roma no primeiro século da era cristã, um certo governador cujo nome era Festo, vivia envolvido em vários relacionamentos obscuros, mas sempre se via "casado" novamente com Berenice sua própria irmã. Este tipo de situação que o esquerdismo brasileiro busca, já teve seus dias de glória na Roma antiga e suas festas e orgias eram regadas com o sangue de cristãos. Cabe lembrar que Festo deixou o apostolo Paulo na prisão e nada fez para que ele saísse de lá, apesar de saber da sua inocência. Não estou falando de Bíblia, estou falando da história oficial, a qual é bem clara, no tocante à descrição das diversas personalidades que permearam o inicio do cristianismo. 

Por Marco Elias​ - www.marcoelias.pro.br  

Jesus o Líder Perfeito


Jesus é a chave que abre todos os tesouros escondidos do conhecimento e da sabedoria que vêm de Deus (Cl 2: 2b-3; NTLH). Assim, se quisermos entender o que Deus ensina sobre o tema da liderança, precisamos partir do Cabeça, do chefe da Igreja, que é o líder perfeito.

"Vai lavar os meus pés, Senhor?", questiona um Pedro escandalizado com seu Mestre e Senhor (Jo 13: 6b). O escândalo de Pedro é explicado pelo contexto cultural de seu tempo. Apenas os servos, os escravos da casa, lavavam os pés dos visitantes.

Nessa cena é muito bom saber que Jesus não precisa vestir a máscara da falsa modéstia com a qual tantos líderes cristãos hoje escondem suas lutas internas contra a própria vaidade. "Vocês me chamam de "Mestre" e de "Senhor" e têm razão, pois eu sou mesmo", diz Jesus (v.13).

É comum a autoafirmação de nossos líderes apoiada em títulos acadêmicos e ministeriais. Desde "doutores", "apóstolos" até "reverendos" e passando também pelos que se apresentam como "servos", "criados" e "seu humilde conservo de Jesus", extremos em que a Igreja apenas revela sua falta de maturidade no uso devido de quaisquer títulos.

Enquanto muitos ostentam ou escondem-se atrás dessas qualificações, a verdade é que a metade dos pastores no Brasil nunca leu a Bíblia inteira uma vez sequer e apenas 20% dos demais cristãos a leram inteira uma única vez.

Deveria ser inaceitável termos pastores em nossos púlpitos que não fossem profundos conhecedores da Palavra, assim como é obviamente inaceitável termos à mesa de cirurgia médicos que não dominem tesouras, bisturis e pinças.

Para escândalo da Igreja, aquele que realmente É ajoelha-se diante de nós e nos lava os pés cheios dessa sujeira do mundo. E é preciso que façamos o mesmo, oferecendo-nos como exemplo, segundo o exemplo daquele que é Mestre e Senhor.

A autoridade do líder não se encontra nos títulos que apresenta ou no cargo que ele ocupa, mas na vida que ele nos oferece. Se o líder não lê, não estuda, não busca a Palavra de Deus, não é de se admirar que o povo seja tão ignorante das verdades contidas na Bíblia.

Sei que uma leitura esquerdista monopolizou durante décadas a passagem do lava pés como um exemplo subserviência daquele que tem o poder ao que não tem. Nada mais distante e distorcido do que essa interpretação marxista adotada pela Teologia da Libertação.

O lava pés, em seu contexto evangélico, não é o ato de quem se esquece de sua dignidade e posição, nem uma atitude coagida por lei humana ou pelo Estado, mas, ao contrário, é resultado do amor livre de Jesus pela Igreja.

O líder que precisamos dentro de nossas casas, igrejas e Governo é aquele que dá o exemplo a todos por seu próprio sacrifício pelas ovelhas de Cristo. É urgente que tenhamos líderes que lavem os pés da Igreja com a água santificadora do Evangelho.

O LÍDER É AQUELE QUE SERVE AO OUTRO, COLOCANDO A SI MESMO COMO EXEMPLO PARA OS SEUS LIDERADOS!

Fábio Ribas 

Por Litrazini
Graça e Paz

FÓSSIL PODERÁ MUDAR HISTÓRIA EVOLUTIVA DE MACACOS E HUMANOS

 

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Fóssil poderá mudar história evolutiva de macacos e humanos 
De novo? Teoria da evolução está mesmo em terreno movediço... A cada dia, creio mais na #Bíblia e no #Deus Criador.

Pequeno animal com mistura de características de superfamília inclui gibões, gorilas e humanos viveu há 11,6 milhões de anos, bem depois da época que se pensava que espécies tenham divergido

Reconstrução do crânio e da provável aparência da espécie extinta de Hominóideo descoberta na Espanha que alterou visão sobre divergência evolucionária desta superfamília de primatas que inclui desde macacos gibões a humanos - 
Marta Palmero/Instituto Catalão de Paleontologia Miquel Crusafont

RIO - Fósseis de um pequeno animal encontrados na região da atual Catalunha, Espanha, acabam de mudar o que se imaginava sobre a divergência evolucionária entre os chamados primatas superiores ou grandes primatas – grupo da família dos Hominídeos, que inclui orangotangos, gorilas, chimpanzés e seres humanos – e os primatas inferiores, da família Hylobatidae, representados hoje pelas várias espécies de gibões da Ásia. Todos pertencentes à superfamília dos Hominóideos, até agora os cientistas acreditavam que o último ancestral comuns dos atuais e extintos primatas superiores e inferiores viveu entre 15 e 20 milhões de anos atrás, mas os restos da nova espécie, batizada Pliobates cataloniae, datados em 11,6 milhões de anos, apresentam características dos dois grupos, numa indicação de que esta divergência aconteceu muito mais tarde.

- A descoberta destes fósseis nos forneceu um capítulo que estava faltando no início da história dos primatas e humanos – destaca Sergio Almécija, professor de antropologia do Centro para Estudos Avançados da Paleobiologia Humana da Universidade George Washington, nos EUA, e um dos autores de artigo sobre o achado, publicado na edição desta semana da revista "Science". - Achávamos que os primatas inferiores tinham evoluído a partir de outros primatas com corpos maiores, mas esta nova espécie nos diz que pequenos e grandes primatas podem ter coexistido desde a origem do Hominóides. Outra explicação alternativa é que o Pliobates indique que os primatas superiores evoluíram a partir de ancestrais com o tamanho dos gibões.

Pesando entre quatro e cinco quilos quando vivo, tamanho similar ao dos menores gibões encontrados atualmente, o Pliobates exibe uma mistura de traços considerados mais primitivos na história da evolução dos primatas com outros associados a espécies mais modernas. A anatomia de seus braços, por exemplo, apresenta ossos do punho e as juntas entre o úmero e o rádio com o mesmo desenho básico visto nos Hominóides existentes hoje. Além disso, análise filogenética baseada em mais de 300 características coloca a nova espécie próximo da divergência entre primatas superiores e inferiores na linha evolutiva dos Hominóides, sugerindo que o último ancestral comum das duas famílias pode ter sido mais parecido com os atuais gibões do que com os grandes primatas, como se pensava até agora.

- A origem dos gibões era um mistério devido à falta de registros fósseis, mas até agora a maior parte dos cientistas achava que seu último ancestral comum com os Hominídeos deveria ter sido grande, pois todos os fósseis seguramente de Hominóides encontrados até o momento eram de animais com corpos grandes – explica David Alba, pesquisador do Instituto Catalão de Paleontologia Miquel Crusafont (ICP) e líder do estudo, acrescentando que todos restos de Antropóides (subordem dos primatas que inclui os chamados macacos do Velho Mundo e do Novo Mundo, além dos Hominóides) com entre cinco e 15 quilos achados antes do Pliobates tinham um desenho corporal muito primitivo para serem relacionados com os atuais primatas superiores e inferiores. - Este achado muda tudo.

Fonte http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/fossil-muda-historia-da-evolucao-de-macacos-humanos-17918869#ixzz3q95vpseD 
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“CÂNCER DE PRÓSTATA SÓ É CURÁVEL NA FASE INICIAL”, ALERTA ESPECIALISTA

 

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo tipo de câncer mais frequente em homens. O presidente da Sociedade Brasileira de Urologia em Minas Gerais, Antônio Peixoto, explica que a doença pode demorar a se manifestar, o que exige exames preventivos constantes para não ser descoberta em estágio avançado, quando as chances de cura são quase nulas. Quase 50% dos brasileiros nunca foram ao urologista e, em 2014, 12 mil morreram da doença.

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