BENVINDO

Minha foto

 Sou servo do Senhor desde 2001,sirvo a Deus na Igreja do Evangelho Quadrangular,  obreiro formado no Instituto Teológico Quadrangular, professor da Escola Bíblica,  casado com Elisângela a 25 anos , pai de 2 filhos maravilhosos,  buscando cada dia conhecer mais ao Senhor. Meu maior desejo é ser " uma bênção" e abençoar àqueles que estão perto e através da web os que estão longe.  Que as bênçãos do Senhor seja transbordante sobre a sua vida, sobre sua casa , sobre sua família, sobre o seu ministério, querido(a) e amado(a) irmão(ã) em Cristo Jesus. 

terça-feira, 5 de abril de 2016

BÍBLIA A PALAVRA DE DEUS

BÍBLIA A PALAVRA DE DEUS


A DIFERENÇA ENTRE O BATISMO DE JOÃO E O DE JESUS

Posted: 04 Apr 2016 08:00 PM PDT






"Por que Paulo batizou os crentes de Éfeso novamente (At 19.5), já sendo eles batizados no batismo de João (At 19.3)? Nesse caso, qual a diferença entre o batismo de João e o de Jesus"?

Por: William Miranda

O que é batismo? Ora, batismo é uma ordenança deixada pelo Senhor Jesus Cristo que, juntamente com a Santa Ceia, se constitui doutrina. O batismo, apesar de várias tipificações no Velho Testamento, efetivamente foi realizado por João Batista, cujo nome já fala de batismo. Melhor dizendo, "Batista" não constituía nome, mas, sim, uma qualificação do que ele fazia. João Batista significa "o João que batiza", pois seu nome com sobrenome era "João filho de Zacarias". Era assim que se construíam os nomes à época.
Batismo é símbolo da morte para o mundo. A palavra, no seu original, sugere o entendimento de morte. O batismo é citado em 22 textos na versão Almeida Revista e Corrigida, e a maior parte relacionada ao próprio João e à palavra "arrependimento". O batismo de João evoca a necessidade de arrependimento e morte para os pecados. Jesus foi batizado por João não porque precisa-se se arrepender de alguma coisa, mas, como nos diz a Bíblia, para "cumprir toda a Lei", toda a tradição.

No caso em tela, levantado pelo leitor, observamos a questão da consciência para o batismo. Os irmãos citados em 19 não tinham conscientização do caráter de resgate que Cristo realizou na cruz do Calvário. Não conheciam o batismo no Espírito Santo. Em seu batismo em águas, eles não tinham consciência da obra redentora de Cristo. Tinham o arrependimento, porém não sabiam da Redenção, como subponto da Doutrina da Salvação. Eram batizados em águas para arrependimento, porém, por ignorância por falta de ensino, não sabiam que ao serem batizados não só "morremos para o mundo, mas "vivemos para Cristo". o ensino estava incompleto.

Duas aplicações são vistas nessa passagem: o perigo do abandono do ensino integral da Santa Palavra do Senhor e uma questão de Teologia Prática – a consciência para o batismo. Esta última deve ser observada para não batizar-se pessoas que não sabem o que estão fazendo. É por isso que não batizamos crianças, por falta de consciência do ato. Nós as apresentamos como foi com o nosso Senhor Jesus.

A outra aplicação de que falamos é uma das questões contemporânea que mais solapam a igreja verdadeira. Estamos vivendo dias de abandono das doutrinas. São elas que nos fazem Igrejas. As doutrinas são nossa identidade. O que nos faz Igreja de norte a sul deste país, com tantas divergências regionais? As doutrinas. Lamento que tenham aparecido novos evangelhos, que não são idênticos àquele completo deixado pelo Senhor Jesus e confirmado pelo seu Santo Espírito, os quais foram e são a Pedra Angular e o sustento da Igreja. Pregam um Cristo que ora só cura, ora só expele demônios pelo seu nome, ora só dá dinheiro. Há também campanhas que seccionam o Evangelho, como, por exemplo: "segunda-feira: cura"; "terça-feira: família"; "quarta-feira: finanças", e assim por diante. Jesus salva, cura, batiza no seu Santo Espírito todos os dias em todos os cultos, porque primamos pelo Evangelho completo.

E quanto a diferença entre o batismo de João e o nome de Jesus? O batismo de João aponta para o arrependimento. O batismo em nome do Senhor Jesus apresenta a obra completa.

William Miranda de Melo é pastor, vice-líder da AD em Sobradinho (DF) e membro da Comissão de Apologética da CGADB.


Fonte: Jornal Mensageiro da Paz, Setembro de 2005 – Pág. 15. 

QUAL A DIFERENÇA DO TERMO FILHO EM ROMANOS 8.1-17?

Posted: 04 Apr 2016 05:15 AM PDT








Por Valdemir Pires Moreira

teknon = teknon = filho (Rm 8.15,16)

A palavra filho usada no Novo Testamento vem de duas palavras gregas: teknon e huios. Uma boa definição para a palavra teknon é "aquele que é filho meramente por nascimento". Encontramos teknon em Romanos 8.15,16. A passagem diz que, por causa do espírito de adoção que recebemos, "o próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos = teknon de Deus". Quando reconhecemos Jesus Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas, nos tornamos filhos de Deus por intermédio da experiência do novo nascimento (Jo 1.12).

uiov = huios = filho (Rm 8.14)

A outra palavra para tradução de filhos no Novo Testamento é huios. É usada no Novo Testamento para descrever "aquele que pode ser identificado como filho porque apresenta caráter ou características de seus pais".

Dessa forma, a palavra grega teknon significa, de forma simplificada, "bebês ou filhos imaturos", e a palavra grega huios é frequentemente usada para descrever "filhos maduros".

Vejamos Romanos 8.14: "Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos = huios de Deus".

Compreendemos a partir desse texto, que os filhos maduros são aqueles guiados pelo Espírito de Deus. Os crentes imaturos têm menos probabilidade de seguir a liderança do Espírito de Deus.

A Bíblia diz: "Embora sendo Filho = Huios aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu" (Hb 5.8, grifos acrescidos). O crescimento físico é algo que acontece paulatinamente. O crescimento intelectual é uma função do aprendizado. O crescimento espiritual não depende do tempo nem do aprendizado, mas de uma obediência firme da vontade de Deus.

Veja o que Pedro diz em sua primeira carta: "Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também vós do mesmo pensamento; pois aquele que sofreu na carne deixou o pecado" ( 1 Pe 4.1- Destaque acrescido).

Fonte: A Isca de Satanás – John Bevere – Editora Atos

Dicionário Vine – CPAD.



A TRÍPLICE NATUREZA DO HOMEM

Posted: 04 Apr 2016 04:02 AM PDT



Quando passamos a analisar o homem do ponto de vista de sua constituição, a antropologia teológica passa a descrevê-la como um trino, isto é, composto de três partes: corpo, alma, e espírito. Porém, quando o analisamos do ponto de vista de sua natureza, então ele é visto como um ser portador de duas naturezas: a humana (ligada com o corpo) e a divina (ligada com a alma e o espírito). No início, quando Deus criou o homem, Ele o formou do pó da terra e depois soprou o "fôlego de vida" em suas narinas. Tão logo o fôlego de vida, que se tornou o espírito do homem, entrou em contato com o corpo do homem, a alma foi simultaneamente produzida. Portanto, a alma é a combinação do corpo e do espírito do homem.

Segundo está declarado, o homem é formado de corpo, alma, e espírito. Isso significa que, etimologicamente falando, ele se compõe de duas partes: material e imaterial.
A primeira parte, o corpo - fala daquilo que é material; a segunda, porém, composta da alma e do espírito – fala daquilo que é espiritual.

O homem sendo uma criatura de Deus, possui mente, emoções e vontade, para que possa comunicar-se espontaneamente com Ele como Senhor, adorá-lo e servi-lo com fé, lealdade e gratidão.


O corpo é o veículo usado pela alma e o espírito. A consciência é o órgão que discernente que distingue entre o certo e o errado. A fé é a crença em um Deus; é o ato de confiar e crer em Deus.


Seria bom reconhecer que, quando necessário, a Bíblia dá aos dois termos um significado distinto e, quando nenhuma diferença especifica está sendo considerada, a Bíblia dá entender tanto a dicotomia (duas partes) como a tricotomia (três partes).


Mas quando há necessidade especifica, a Bíblia define com precisão a distinção de ambos e, evidentemente, o significado do pensamento que se fizer necessário.


Somente a Palavra de Deus estabelece a diferença real entre a alma e espírito: "Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração" (Hb 4.12).


Assim como no início da criação a Palavra de Deus operou na modificação caótica, separando a luz das trevas, assim também agora ela opera dentro de nós, como a espada do Espírito, penetrando até a divisão da alma e do espírito.


Daí, a mais nobre habitação de Deus; nosso espírito. A alma e o espírito, assim distinguidos, não podem se não as duas substâncias imortais da natureza imaterial do homem, entre as quais as Escrituras, ao contrário do que muitos pensam, sempre distingue.


O homem é comparado a um templo, especialmente ao antigo templo judaico. A primeira parte (o corpo) representa o átrio exterior. A segunda parte (a alma) figura o Santo lugar. Enquanto que a terceira parte (o espírito) prefigura o Santo dos Santos.


Para que se tivesse a aproximação dos dois últimos (o Santo e o Santíssimo), se fazia necessário algum sacrifício. O sacerdote dividia o sacrifício, assim também agora o Sumo Sacerdote divide nossa alma e espírito.


A faca sacerdotal era de tal agudeza que fazia com que o sacrifício fosse cortado em dois – sempre no expressivo: "aquelas metades" (Gn 15.10-17).


Essa divisão da alma e do espírito não significa apenas sua separação, mas também uma fenda aberta na própria alma. Visto que o espírito está envolvido pela alma, ele não pode ser alcançado antes que a Palavra da Cruz de Cristo penetre abrindo um caminho (o da obediência) à vontade divina. Quando assim sucede, Deus atravessa as duas camadas anteriores (corpo e alma), alcançando "...com poder, pelo Seu Espírito, no homem interior" (Ef 3.16). Agora, a ação poderosa de Deus opera em nós, não de "fora para dentro" (do corpo para o espírito), e sim, de "dentro para fora" (do espírito para o corpo) e é isso que diz Paulo, por amor de seu argumento: "...todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis..." (1ª Ts 5.23).


O homem é composto, então, de dois elementos: um material e um imaterial. Ao material chamamos corpo. Nele são exercidas as relações do imaterial, tais como intelecto, consciência, alma. Ao imaterial chamamos de alma e espírito. Esta parte imaterial do homem torna-se uma personalidade espiritual. Nesta condição imposta pelo Criador, o homem difere bastante dos outros seres criados.


Sobre o conjunto completo que denominamos ser "o homem", diz o doutor C.I. Scfield: "sendo o homem espírito, e capaz de ter conhecimento de Deus e comunhão com Ele; sendo alma, ele tem conhecimento de si mesmo; sendo corpo, ele tem através dos sentidos, conhecimento do mundo em que vive". Portanto, é através do conhecimento do corpo físico que o homem entra em contato com o mundo material. Assim, podemos classificar o corpo como aquela parte que nos dá "consciência do mundo". A alma inclui o intelecto, que nos ajuda no presente estado de existência e as emoções, que procedem dos sentidos. Visto que a alma pertence ao próprio ego do homem e revela sua personalidade, ela é denominada a parte da "autoconsciência".


O espírito é aquela parte pela qual nós temos comunhão com Deus e somente pela qual nós podemos compreendê-lo e adorá-lo. Por indicar nosso relacionamento com Deus, o espírito é denominado o elemento da consciência de Deus.

Pr. Elias Ribas/Dr. Em Teologia

Nenhum comentário:

Postar um comentário