29 dezembro 2018

FÉ OU SINAIS

 

“Os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria, más nós pregamos a Cristo crucificado.” (I Co 1: 22,23).

A maioria de nós cristãos, frequentemente questiona nossa situação na obra de Deus, ficamos desanimados, pensando que pouco temos a oferecer. A desculpa da falta de talento ou capacidade de realizar está sempre em nossos lábios. Na verdade, nos subestimamos e acabamos por interromper a obra de Deus em nossas vidas. Sendo ignorantes no tocante à vontade de Deus, atrapalhamos sua obra, desmerecendo a nós mesmos.

Ignoramos o agir de Deus em nossas vidas. É essa ignorância que não nos deixa enxergar com os olhos da fé, não nos deixa ver com os olhos de Deus. Não confiamos nas suas promessas e ignoramos seu poder ao deixarmos de lado os talentos que ele nos deu.

Quantas vezes estamos no limite, e o Senhor não nos responde. Isso tudo não passa de um desafio para a nossa fé. Um desafio para as nossas ansiedades e angústias. Um duelo entre o nosso eu e a vontade de Deus. Um desafio entre fé e incredulidade. Ele sabe de nossos limites, e quer nos ajudar a rompê-los.

Na maioria das vezes somos reprovados por Deus por causa dessas dúvidas. Pensar como homem acaba atrasando nossas vitórias. Devemos crer sem duvidar, não nos esquecendo que, embora nossa força seja pequena, o nosso Deus é Deus grande.

Antes não tínhamos TV, internet, radio e outros meios de comunicação, e a Palavra de Deus se espalhava. Havia violenta perseguição religiosa, e os crentes não recuavam. Não havia tanta teologia como hoje, mas sobrava sabedoria e bom testemunho! O que está havendo?

As dificuldades e temores da vida atual estão fazendo os crentes recuar. O que antes nos fazia avançar, hoje nos detém. Crentes que são amantes de si mesmos, escravos das facilidades, egoístas e egocêntricos. É o nosso ego que nos tem separado de Cristo.

Vivemos tempos de ignorância, tempos de hipocrisia, porém, Deus no seu amor não desiste de nós. Jesus não vai deixar de nos desafiar a crer! Ele vai de todas as formas nos ensinar a ouvir com seus ouvidos, falar com sua boca e, principalmente, ver com seus olhos. Olhos que veem o impossível, olhos que creem, olhos que fazem a diferença!

Devemos renegar nossas vontades e opiniões. Temos corações enganosos, que agem segundo a aparência e ignoram a vontade de Deus. Temos de mortificar nossos desejos e colocar a vontade de Deus em primeiro lugar.

Deus nos desafia a romper limites confiando plenamente n’Ele. Em seus sinais, Jesus instava aos homens que cressem, que rompessem os limites de sua própria fé. Ou agimos como filhos de Deus, ou agimos como homens segundo a carne.

O novo nascimento nos liberta de nossa natureza pecaminosa e nos coloca a natureza de Deus. Não existem barreiras, limites e temores aos que verdadeiramente creem e confiam na operação do Deus Vivo.

Seremos ilimitados à medida que somos transformados pelo espírito de Deus, nascendo de novo todos os dias, mortificando o nosso ego, nos apropriando da natureza divina. Deus quer que façamos sinais, mas onde está a fé para fazermos tais sinais? Nossa fé está limitada nossos aos olhos, estamos deixando de exercer a esperança nos atendo às dificuldades desta vida. A fé não precisa de sinais, não precisa de fatos.

Devemos depender de Deus em todos os sentidos, espiritual, emocional e material. Essa dependência rompe nossos limites, nos torna ousados. É como um filho que está acompanhado de seu pai. Ele sente segurança na presença dele. Assim somos nós, sentimos segurança na presença de Deus. Segurança para falar, agir, planejar e seguir em frente. Sentimos segurança, pois sabemos que Ele está no controle de tudo.

Estando Ele no controle, vemos possibilidade em tudo. Não há nada que nos intimide, nem situação que nos amedronte. Paramos de enxergar apenas impossibilidades, defeitos e obstáculos e passamos a ver o agir de Deus em todas as situações.

Falhamos por ainda termos uma fé baseada em sinais, falhamos ao estarmos atentos a sinais que nada dizem e provocamos a ira de Deus. Se continuarmos a esperar por sinais, corremos sério risco de destruir a nossa fé.

Os Milagres de Jesus sempre aconteciam onde Ele encontrava fé, não eram os sinais que operavam a fé, mas a fé operava através dos sinais. Quando temos a convicção de que Deus esta no controle e quer o melhor para nós, fica mais fácil deixar as nossas necessidades em Suas mãos.

Araripe Gurgel

Por Litrazini
Graça e Paz

Um homem extraordinário



Jó 1.1-5 e 20-22
-Introdução: A vida de Jó demonstra uma pessoa que vai além do que é normal. Enquanto todos faziam o que é ordinário, Jó era ‘acima da média’ e fazia o seu melhor, por isso era um homem extraordinário reconhecido pelo próprio Deus “porque ninguém há na terra semelhante a ele” (Jó 1.8).
Em nossas atitudes e reações, bem como nas palavras, temos a opção de fazer o que é ordinário, normal, o que todos fazem ou então fazer o que é extraordinário.

O que Jó fazia de extraordinário?

Vamos aprender com Jó como ser um homem excelente, comparando suas atitudes extraordinárias com o que as pessoas fazem ordinariamente:


1- Jó se desviava do mal:

Jó 1.1 “Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal”
Uma característica de Jó era se desviar de coisas que não eram boas. Já lhe bastava os maus que tinha que enfrentar no dia a dia (Mateus 6.34).
Diante do mal se podem ter duas atitudes:
Ordinário: enfrentar o mal ou fazer o mal;
Extraordinário: fugir de tudo o que é ruim;
Como servos de Deus, precisamos: “abstende-vos de toda forma de mal” (I Tessalonicenses 5.22). Evite tudo o que não é de Deus para sua vida e busque somente o que te edifica e então será um homem ou mulher extraordinário.
Se desviar do mal é algo extraordinário!

2- Jó tinha uma vida de oração:

Jó 1.5 “Decorrido o turno de dias de seus banquetes, chamava Jó a seus filhos e os santificava; levantava-se de madrugada e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles, pois dizia: Talvez tenham pecado os meus filhos e blasfemado contra Deus em seu coração. Assim o fazia Jó continuamente”
A vida de Jó era cheia de oração e consagração a Deus por sua família e tudo o que tinha. Não esperava ter um motivo especial para orar, mas fazia isso sempre.
A vida devocional pode ser:
Ordinária: ter dificuldades de orar;
Extraordinária: dedicar-se em oração;
A vida de oração muda tudo. Busque ter uma vida de oração (I Tessalonicenses 5.17) e verá Deus agir de forma sobrenatural em sua vida.
Viver em oração é extraordinário!

3- Jó adorava a Deus acima de tudo:

Jó 1.20 “Então, Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e adorou”
Diante da pior notícia Jó adorou a Deus. Sua atitude de adorador era uma característica marcante em sua vida. O próprio Deus se impressionou com sua forma de agir.
Quanto à adoração as pessoas podem ser:
Ordinária: não agradecer a Deus;
Extraordinária: ser grato ao Senhor;
Precisamos adorar a Deus acima de tudo (I Tessalonicenses 5.18) e “em Espírito e em verdade” (João 4.24), porque Deus está procurando adoradores na terra (João 4.23). Fomos criados para adorar a Deus e glorificar seu nome (Isaías 43.7).
Adorar a Deus é extraordinário!

4- Jó não reclamava:

Jó 1.22 “Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma”
Algo extraordinário na vida de Jó era não reclamar diante das piores notícias que recebeu (Jó 1.7-19). Seu silêncio foi um ato de adoração a Deus.
Sobre a reclamação podemos ser:
Ordinário: reclamar das coisas;
Extraordinário: se calar e esperar;
A reclamação aborrece a Deus. O povo de Deus andou em círculos quarenta anos no deserto porque murmuravam (Números 32.13). Precisamos aprender a discernir o tempo de estar calado (Eclesiastes 3.7) e aguardar a salvação do Senhor em silêncio (Lamentações 3.26), sabendo que o Espírito Santo traduz até um gemido em oração (Romanos 8.26).
Não reclamar é algo extraordinário!

Faça o extraordinário!

-CONCLUSÃO:
A vida cristã é um desafio contínuo. Passamos por situações difíceis o tempo todo e vamos aprendendo a viver a cada passo. Precisamos optar por atitudes e palavras extraordinárias e não ceder ao que o mundo ensina como normal (Romanos 12.1,2).
Para ser um homem extraordinário como Jó é preciso aprender a se desviar do mal, ter uma vida de oração, adorar a Deus acima de tudo e não reclamar.

Seja um homem extraordinário!

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UMA QUESTÃO DE FÉ, RECLAMANDO SUA HERANÇA

 

Dê tempo à Palavra de Deus para derramar a sua vida em você e inundar o seu corpo. Ande pela estrada da vida dizendo: “A Palavra está sendo edificada em mim. Mediante a fé e a paciência eu herdo as promessas”. A Sua Palavra lhe dará força e perseverança, mesmo que as suas pernas espirituais estejam doendo e você tenha vontade de desistir.

Permita que a semente lance raízes, produza vida e fruto. Enquanto caminha, Deus espera ver você dois elementos importantes: fé e confissão.

A FÉ É ESSENCIAL À CURA? Absolutamente sim. A sua fé deve crescer e aumentar diariamente, se quiser receber a sua herança.

O Senhor freqüentemente curou homens e mulheres quando se aproximaram dele com fé. Outras vezes, movido pela compaixão, o Senhor Jesus curou sem que lhe pedissem especificamente. Houve ainda outras vezes no ministério do Senhor Jesus em que não era o momento de curar uma pessoa.

O elemento de fé, como uma chave para a cura, está acima de qualquer explicação.

Em Cafarnaum, “E eis que lhe trouxeram um paralítico deitado numa cama. E Jesus, vendo a fé deles, disse ao paralítico; Filho, tem bom ânimo: perdoados te são os teus pecados” (Mt 9.2). Ele viu a fé que aqueles homens tinham ao carregar o paralítico, e sentiu compaixão. Momentos mais tarde, o homem foi totalmente curado, mas só depois de seus pecados serem perdoados.

Além disso, temos na Bíblia exemplos de indivíduos se aproximando de Jesus determinados a receberem cura. A mulher com o fluxo de sangue enfrentou o obstáculo da multidão ao redor de Jesus. Ela estava tão decidida a ser curada, que libertou sua fé, abriu caminho até chegar a Jesus, tocou suas vestes e recebeu a cura. Nos primeiros dias do meu ministério, Deus abriu meus olhos para este fato: As pessoas podem receber milagres por estarem decididas a receber a sua herança.

A FÉ DESEMPENHA UM PAPEL VITAL NA CURA E O MESMO ACONTECE COM A CONFISSÃO.

A confissão sem o Espírito Santo não passa de palavras vãs. Gênesis 1.2 declara: “E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”. O v.3 continua: “E disse Deus: Haja luz. E houve luz”.Imagine, o próprio Deus não falou enquanto o Espírito Santo se movia. Falar a Palavra de Deus sem o movimento do Espírito Santo é inútil.

O Salmo 91.1,2 afirma novamente a importância da confissão: “Aquele que a habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refugio, a minha fortaleza, e nele confiarei”. Vemos aqui que devemos repousar na presença de Deus para confirmar as Suas promessas.

Descobri que a confissão concede ao nosso espírito domínio sobre o nosso corpo e nossa mente. A Escritura nos adverte, porém que “estás preso com as palavras da tua boca” (Pv 6.2). Você é capturado e dominado pelas suas palavras e o mesmo acontece com o seu espírito.

E importante que as palavras certas predominem em sua vida. Você deve falar a Palavra de Deus de pleno acordo com o Pai. Confessar as suas promessas em voz alta é simplesmente concordar com Ele.
Você diz: “Tentei isso, mas não obtive resultados”,. Precisamos reter a nossa confissão e não soltá-la.

“Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão” (Hb 4.14). A Palavra nos diz: “Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu” (Hb 10.23).

Em Romanos 10.10 lemos, “...com a boca se faz confissão para a salvação”. É nesse ponto que muitas pessoas param. Elas creem que isso só tem a ver com o momento em que declaramos que Jesus é Senhor.

Somos instruídos para “reconhecer” a nossa fé, “confessá-la” e “retê-la”. Até o salmista falou sobre isso. “Aquele que me oferece sacrifício de louvor me glorificará; e àquele que bem ordena o seu caminho eu mostrarei a salvação de Deus” (SI 50.23). A sua conversa deve estar de acordo com a Palavra. E quando estiver você verá a salvação de Deus.

Todavia, somente as suas palavras, em separado do movimento do Espírito em seu coração, não irão produzir por si mesmas a sua herança.

A confissão dá ao seu espírito a autoridade de Deus e você conhecerá o poder de cura de Deus.

Por que é necessário que você continue confessando? Porque Deus é fiel às suas promessas. Quando você vê ao longe a promessa, esse é o momento de confessar, crer, andar, ver e amar a promessa.

Deixe que a Palavra encha e edifique você. E um dia, muito breve, receberá a sua herança

Extraído do livro Senhor, Preciso de um milagre de Benny Hinn

Por Litrazini
Graça e Paz