12 janeiro 2019
COMPROMETER VALORES SIGNIFICA COMPROMETER ALVOS (Jz 1.21-36)
Logo depois que Josué havia morrido, ficou claro o quanto Israel tinha falhado em
cumprir o chamado de Deus. O povo falhou em subjugar Canaã, e o Livro de Juizes revela uma
nação hebraica sendo pressionada do lado oeste pelos filisteus e do lado leste pelos midianitas.
Desconsiderando as orientações de Deus, Israel decidiu negociar algumas questões e
comprometer-se com os habitantes de Canaã. O povo esperava que com esse procedimento,
conquistaria amigos e evitaria confronto. Mas estavam completamente enganados!
As Escrituras esboçam como várias tribos deixaram de expulsar os seus inimigos da terra.
Comprometendo os seus valores, comprometeram os seus alvos, com trágicos resultados:
Comprometimento Conseqüências
1. Benjamim deixou de expulsar os jebuseus 1. Casamentos mistos e fé diluída
2. Manassés deixou de expulsar os cananeus 2. Apatia espiritual
3. Efraim deixou de expulsar os cananeus 3. Divisão espiritual
4. Zebulom deixou de expulsar os moradores de 4. Conflito entre tribos
Quitrom
5. Dã deixou de expulsar os amorreus 5. Derrota e falta de proteção
6. Aser deixou de expulsar os moradores de Aco 6. Os moradores se tornaram armadilha
7. Aser deixou de expulsar os cananeus 7. Deixaram de morar na terra que Deus havia
destinado
8. Naftali deixou de expulsar os moradores de
Bete-Semes
7
O LIVRO DOS JUIZES
Responsáveis pela nação de Israel
Resumo
Juizes recebe este nome dos líderes que assumiram responsabilidade pela nação de Israel
desde o tempo de Josué até o começo da monarquia, período que abrange cerca de 200 anos. O
termo "juiz" significava magistrado civil, ou governador, ou cabeça de Estado, termo claramente
político, que designa um líder.
Durante o tempo dos juizes, a opinião pública se opunha fortemente à monarquia.
Somente pressões externas aplicadas por invasores prospectos instigavam conseqüentemente o
povo a exigir um rei (ISm 8). No tempo dos juizes, o próprio Deus reinava como Rei de Israel,
enquanto os juizes serviam como subpastores.
Sob a liderança de Josué, Israel derrotou todos os que se interpunham no seu caminho ou
ocupavam a terra que, décadas antes, Deus havia prometido à nação. Após a morte de Josué,
porém, as tribos incorreram em dificuldades, tentando consolidar a sua herança. A Palestina viase
afetada por tumulto. Os filisteus forçavam entrada vindos da costa do Mediterrâneo,
articulando um golpe na região até o tempo do rei Davi. Outros grupos étnicos, tais como os
midianitas, atacaram a região leste de Israel.
As tribos dispersas tinham se dividido e estavam enfraquecidas. Faltava-lhes um líder
forte que pudesse projetar uma visão nacional. O último e mais famoso versículo no livro diz
muito: "Naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto" (Jz 21.25).
Mesmo assim, Deus sempre provê um líder no momento oportuno, que é o tema do livro.
Onde quer que o sofrimento se intensificasse e o povo clamasse desesperado, Deus chamava um
juiz (ou libertador) para remover o jugo opressor. As vezes, esses juizes foram homens bons e
nobres como Gideão ou Samuel; outras vezes, foram homens errantes e instáveis como no caso
de Sansão.
De qualquer maneira, a mensagem soa nitidamente: Deus reergue os fracos e desprezados
para confundir os fortes e sensíveis. Débora, uma mulher, liderava em um tempo em que homens
eram considerados de gênero superior; Gideão, o anão da ninhada da menor das tribos de Israel,
chegou à grandeza no devido tempo; e Sansão, o homem forte, governou por breve tempo até
que a sua inabilidade de controlar os seus apetites o conduziu a um fim trágico.
Qual a lição derradeira? Pessoas necessitam de líderes. Jesus ecoou essa verdade quando
descreveu o povo de Israel como "ovelhas que não têm pastor" (Mt 9.36). O caos predomina
sempre que a humanidade faz "o que acha mais reto." Vida civilizada se torna impossível quando
cada pessoa anda "no seu próprio caminho." Sempre necessitamos de líderes saudáveis e
espirituais. O Livro de Juizes ilustra essa verdade de forma mais vivida do que qualquer outro.
O papel de Deus em Juizes
O papel de Deus durante esse período histórico não deve ser enfatizado demais. O povo
usufruía da conquista de Canaã, mas se desdobrava entre a liberdade e o caos. Afastaram-se de
Deus, depois tornaram a ele para pedir ajuda quando foram oprimidos, um padrão repetido
muitas vezes. Mas Deus sempre despertava um líder no momento necessário. Somente Deus
governava como Rei de Israel e somente ele podia despertar líderes humanos para que servissem
sob o senhorio dele.
Líderes em Juizes
Otniel, Eúde, Sangar, Débora, Gideão, Abimeleque, Tola, Jair, Jefté, Ibsã, Elom, Abdom,
Sansão
Outras pessoas de influência em Juizes
Baraque, Jael, midianitas, amalequitas, filisteus, amorreus, Mica
Lições de liderança
•Líderes que comprometem os seus valores comprometem, em última análise, os seus objetivos.
• Requer-se forte liderança espiritual para empreender um reviravolta no Reino de Deus.
• Líderes devem liderar no âmbito da área dos seus dons e da sua força.
• A pessoa que possui o plano e a intravisão é a pessoa que tem poder e influência.
• Líderes devem aprender a liderar a si próprios antes de liderar outros.
• Pessoas aceitam primeiro o líder antes de aceitarem a causa.
• Muitas vezes, Deus desperta líderes aparentemente desqualificados para realizar os propósitos
dele.
Destaque de liderança em
Juizes
COMPROMETER valores significa comprometer alvos (1.21-36)
DÉBORA E A LEI DO RESPEITO: Pessoas seguem naturalmente líderes mais fortes do que elas (4.1-16)
GIDEÃO EA LEI DA ACEITAÇÃO: Pessoas aceitam primeiramente o líder, depois, a visão (6.11—8.35)
ABIMELEQUE: Um retrato de autopromoção (9.1-57) — f». 218 JEFTÉ: Toma má decisão de liderança (11.1 -31)
SANSÃO E A LEI DA BASE SÓLIDA: A confiança é o fundamento da liderança (13.24—16.31)
AUTODISCIPLINA: Sansão a teve, mas depois a perdeu (16.1-20)
DISCÍPULO OU CRISTÃO
INTRODUÇÃO: A palavra “discípulos” se refere a um “aprendiz” ou “seguidor”. Os 12 discípulos
seguiram a Jesus Cristo, aprenderam com Ele, e foram treinados por Ele. Após a ressurreição e a ascensão de Jesus, Ele enviou os discípulos ao mundo (Mateus 28:18-20) para que fossem Suas testemunhas. Eles então passaram a ser conhecidos como os doze apóstolos, eram homens comuns a quem Deus usou de maneira extraordinária. Entre os 12 estavam pescadores, um coletor de impostos, um revolucionário. Os Evangelhos registram as constantes falhas, dificuldades e dúvidas destes doze homens que seguiam a Jesus Cristo. Após testemunharem a ressurreição e a ascensão de Jesus ao Céu, o Espírito Santo transformou os discípulos/apóstolos em homens poderosos de Deus que revolucionarão mundo (Atos 17:6).
I-DISCÍPULO OU CRISTÃO: Existe o cristão que não e convertido este não e discípulo, o fato de se
dizer cristão tem se generalizado de tal maneira que nos últimos anos foi classificado pelo IBGE os cristãos não praticantes. O título de cristão e para quem age como Cristo, porem títulos todos gostam e para alguns e ate um status, mas as praticas estão um tanto esquecidas, o discípulo convertido sabe que precisa mudar o rumo de sua vida, e o caminho certo a ser seguido e a verdade e a vida e Jesus João 14:6. O discípulo e aquele que aprende com o mestre, a ser submisso, obediente, a amar e orar pelo próximo constantemente e colocar em pratica seu aprendizado perante seus irmãos.
II-DISCÍPULO GERA DISCÍPULO: Para fazer um discípulo, primeiro devesse constatar se a
multiplicação espiritual e o desejo sincero; se há compromisso constante com a morte do ego; se sé compromete a conduzir novos crentes à maturidade e se tem senso de responsabilidade diante de Deus pelos novos crentes sobre os quais Ele o colocou como supervisor. João 15:16 diz que fomos designados para que produzamos frutos e que nossos frutos permaneçam, nossa missão esta muito alem da conversão, o treinamento prático exige que você permita que o seu discípulo participe de sua vida e ministério e isto se faz delegando responsabilidade e autoridade, porém nunca prematuramente, sempre com clareza, isto e peça para ele falar o que ele entendeu, delegue gradativamente para que possa aprender com os erros e tenha tempo para assimilados, demonstrando sua confiança no discípulo, deixe seu discípulo seguir o seu modelo. O cristão pode pregar e ganhar muitas almas para Jesus, mesmo se ganhar uma pessoa por dia em vinte anos teria 7.300 pessoas evangelizadas, já o
discipulado fazendo apenas um discípulo por ano, onde discípulo gera discípulo dobrando a cada ano, em vinte anos teríamos 1.048.578 de discípulos, o que inicial modestamente no final a multiplicação espiritual atinge mais pessoas.
III-COBERTURA ESPIRITUAL DO DISCÍPULO : O discipulado não pode ser separado da
paternidade espiritual e ministerial de seu filho I Co 4:15, I Tm 1:2, Gl 4:19, até que seja bem alimentado e consolidado e só então poderá estar apito para gerar novos discípulos e mesmo assim ele ainda necessitara de uma cobertura, na intercessão e do acompanhamento pessoal da liderança. Cuidados como estes o líder deve ter para ajudar, inspirar, e incentivar como um irmão mais velho podendo lhe apontar caminhos verdejantes e protegendo-o do caminho das pedras . Cobertura significa proteção e autoridade sendo que quem e protegido também e respeitado pois existe autoridade de quem o discípula, os 12 discípulos se tornaram apóstolos com a retirada pessoal de seu discipulador, autoridade, poder e respeito não lhes faltam.
CONCLUSÃO: O discipulado e um ministério de multiplicação porque, se dedica tempo, esforço, recursos, dedica a vida para ser discípulo e discípulador, e quando este conceito e compreendido se torna contagiante, o prazer em ter filhos espirituais, capazes de gerar netos, bisnetos, tataranetos e um legado que o crente convertido leva por toda sua vida e os laços de amizade, companheirismo e comunhão sera eternamente lembrados pelos exemplos praticados e deixados por gerações de seguidores que espelham sua vidas no amor de quem os ensinou a seguir à frente com fé, otimismo, solidariedade em doar de si para o próximo. A pregação de Jesus foi para multidões porem o discipulado foi para apenas 12 pessoas.
Fonte: A Formação de um discípulo, Editora: Vida.
Pr. William Modesto de Almeida.
Acesse: www.livrosgospel.net
seguiram a Jesus Cristo, aprenderam com Ele, e foram treinados por Ele. Após a ressurreição e a ascensão de Jesus, Ele enviou os discípulos ao mundo (Mateus 28:18-20) para que fossem Suas testemunhas. Eles então passaram a ser conhecidos como os doze apóstolos, eram homens comuns a quem Deus usou de maneira extraordinária. Entre os 12 estavam pescadores, um coletor de impostos, um revolucionário. Os Evangelhos registram as constantes falhas, dificuldades e dúvidas destes doze homens que seguiam a Jesus Cristo. Após testemunharem a ressurreição e a ascensão de Jesus ao Céu, o Espírito Santo transformou os discípulos/apóstolos em homens poderosos de Deus que revolucionarão mundo (Atos 17:6).
I-DISCÍPULO OU CRISTÃO: Existe o cristão que não e convertido este não e discípulo, o fato de se
dizer cristão tem se generalizado de tal maneira que nos últimos anos foi classificado pelo IBGE os cristãos não praticantes. O título de cristão e para quem age como Cristo, porem títulos todos gostam e para alguns e ate um status, mas as praticas estão um tanto esquecidas, o discípulo convertido sabe que precisa mudar o rumo de sua vida, e o caminho certo a ser seguido e a verdade e a vida e Jesus João 14:6. O discípulo e aquele que aprende com o mestre, a ser submisso, obediente, a amar e orar pelo próximo constantemente e colocar em pratica seu aprendizado perante seus irmãos.
II-DISCÍPULO GERA DISCÍPULO: Para fazer um discípulo, primeiro devesse constatar se a
multiplicação espiritual e o desejo sincero; se há compromisso constante com a morte do ego; se sé compromete a conduzir novos crentes à maturidade e se tem senso de responsabilidade diante de Deus pelos novos crentes sobre os quais Ele o colocou como supervisor. João 15:16 diz que fomos designados para que produzamos frutos e que nossos frutos permaneçam, nossa missão esta muito alem da conversão, o treinamento prático exige que você permita que o seu discípulo participe de sua vida e ministério e isto se faz delegando responsabilidade e autoridade, porém nunca prematuramente, sempre com clareza, isto e peça para ele falar o que ele entendeu, delegue gradativamente para que possa aprender com os erros e tenha tempo para assimilados, demonstrando sua confiança no discípulo, deixe seu discípulo seguir o seu modelo. O cristão pode pregar e ganhar muitas almas para Jesus, mesmo se ganhar uma pessoa por dia em vinte anos teria 7.300 pessoas evangelizadas, já o
discipulado fazendo apenas um discípulo por ano, onde discípulo gera discípulo dobrando a cada ano, em vinte anos teríamos 1.048.578 de discípulos, o que inicial modestamente no final a multiplicação espiritual atinge mais pessoas.
III-COBERTURA ESPIRITUAL DO DISCÍPULO : O discipulado não pode ser separado da
paternidade espiritual e ministerial de seu filho I Co 4:15, I Tm 1:2, Gl 4:19, até que seja bem alimentado e consolidado e só então poderá estar apito para gerar novos discípulos e mesmo assim ele ainda necessitara de uma cobertura, na intercessão e do acompanhamento pessoal da liderança. Cuidados como estes o líder deve ter para ajudar, inspirar, e incentivar como um irmão mais velho podendo lhe apontar caminhos verdejantes e protegendo-o do caminho das pedras . Cobertura significa proteção e autoridade sendo que quem e protegido também e respeitado pois existe autoridade de quem o discípula, os 12 discípulos se tornaram apóstolos com a retirada pessoal de seu discipulador, autoridade, poder e respeito não lhes faltam.
CONCLUSÃO: O discipulado e um ministério de multiplicação porque, se dedica tempo, esforço, recursos, dedica a vida para ser discípulo e discípulador, e quando este conceito e compreendido se torna contagiante, o prazer em ter filhos espirituais, capazes de gerar netos, bisnetos, tataranetos e um legado que o crente convertido leva por toda sua vida e os laços de amizade, companheirismo e comunhão sera eternamente lembrados pelos exemplos praticados e deixados por gerações de seguidores que espelham sua vidas no amor de quem os ensinou a seguir à frente com fé, otimismo, solidariedade em doar de si para o próximo. A pregação de Jesus foi para multidões porem o discipulado foi para apenas 12 pessoas.
Fonte: A Formação de um discípulo, Editora: Vida.
Pr. William Modesto de Almeida.
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