29 setembro 2014

O Amor é o Maior Bem Que Nós Temos




Se percebêssemos que podemos imaginar que as 2500 estrelas visíveis no céu fossem do tamanho que vemos, caberiam na palma de nossas mãos, saberíamos o quão simbólico é o significado das coisas...

Se percebêssemos que não existem fatos realmente dramáticos, saberíamos que o que existe realmente é a dramatização dos fatos.

Se percebêssemos que só vemos no céu 2500 estrelas, mas na verdade elas são mais de 100 bilhões, saberíamos que existe um grande criador que mantém o universo.

Se percebêssemos que as respostas para nossas indagações estão dentro de nós e não fora, saberíamos que se olhássemos para nosso mundo interior encontraríamos um universo muito maior do que este mundão aí fora.

Se percebêssemos que até poucos séculos a verdade irrefutável era que o sol e os planetas giravam em torno da Terra, saberíamos que não é sábio acreditar que somos os donos da verdade e, então, pararíamos para ouvir os outros e as suas opiniões diferentes.

Se percebêssemos que nossos avós levavam semanas para atravessar o oceano e hoje podemos saber exatamente o que está acontecendo do outro lado do mundo neste momento, saberíamos que a única coisa que não muda é a mudança. Ela sempre vai acontecer.

Se percebêssemos que barreiras antes intransponíveis como a velocidade do som, voar em algo mais pesado que o ar e até mesmo viagens espaciais, hoje são uma realidade, saberíamos que todo sonho é possível.

Se percebêssemos que as marés sempre sobem e descem a cada doze horas e meia, que a lua reaparece a cada 25 horas, que nossos corações batem em um ciclo rítmico, saberíamos que todos os dias o sol nasce para todos.

Se percebêssemos a nossa pequenez mediante um universo tão grande e fossemos humildes, saberíamos da grandeza da vida e agradeceríamos por ela.

Se percebêssemos que a vida é feita de ciclos e que a coisas se repetem até que aprendamos, poderíamos fazer o que tem que ser feito no momento certo e cresceríamos como que em um espiral ascendente.

Se percebêssemos que as roupas que vestimos, as cadeiras que sentamos, os prédios em que moramos, as calçadas que pisamos, passaram primeiro pelo pensamento humano antes de serem feitos, saberíamos nos ater a soluções e deixaríamos de ter foco nos problemas.

Se percebêssemos que estamos nos lugares e situações em que nós mesmos nos colocamos, que nosso presente é resultado de nossas escolhas do passado, saberíamos assumir a responsabilidade pelas nossas vidas e faríamos melhores escolhas para criar nosso futuro.

Se percebêssemos que tudo o que fazemos afeta os que nos rodeiam, saberíamos que o amor é o maior bem que temos e construiríamos um mundo melhor. 

A reunião final



Ministérios RBC
A reunião final
Leitura: 1 Tessalonicenses 4:13-18
…depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles… — 1 Tessalonicenses 4:17
Jamais me esquecerei da vigília que fiz, sentado perto da cama do meu pai, em seus últimos dias de vida antes de passar para a eternidade. Até hoje, o momento de sua passagem continua a exercer efeito profundo sobre mim. Meu pai sempre esteve presente em minha vida. Eu podia chamá-lo sempre que precisasse de seu aconselhamento. Tenho lindas recordações dos dias em que saíamos para pescar juntos; conversávamos sobre Deus e sobre a Bíblia, e eu o fazia contar as histórias divertidas de sua juventude na fazenda.
Porém, quando papai deu seu último suspiro, conscientizei-me do caráter irreversível da morte. Ele tinha partido deste mundo, e meu coração estampava uma placa de vazio pendurado à porta.
Mesmo assim, em meio a enorme perda e luto, a Palavra de Deus traz encorajamento a esse profundo vazio. O apóstolo Paulo nos ensina que, na vinda do Senhor Jesus, aqueles que tiverem partido antes ressuscitarão primeiro, e que "…seremos arrebatados juntamente com eles […] e, assim, estaremos para sempre com o Senhor" (1 Tessalonicenses 4:17). Essa é uma reunião que agora aguardo ansiosamente! Não apenas para estar novamente com meu pai, mas também para estar para sempre. com Jesus
C. S. Lewis falou: "Os cristãos nunca dizem adeus." Mal posso esperar por essa reunião final!
—JMS
…Onde está, ó morte, o teu aguilhão? —1 Coríntios 15:55

Toda adversidade



Ministérios RBC
Toda adversidade
Leitura: 2 Coríntios 12:7-10
…A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza… —2 Coríntios 12:9
A cidade de Enterprise, Alabama, EUA, tem um monumento ilustre, mas diferente de outro. A estátua não é em reconhecimento a um cidadão importante; mas ao trabalho de um besouro. No início dos anos de 1900, este bicudo-do-algodoeiro abriu o caminho do México ao sul dos Estados Unidos. Em poucos anos, destruiu plantações inteiras de algodão, a principal fonte de renda. Desesperados, os fazendeiros começaram a plantar o amendoim. Percebendo sua dependência num único produto por muito tempo, atribuíram ao besouro a necessidade de diversificar, o que gerou maior prosperidade.
O bicudo-do-algodoeiro, nesse caso, representa as coisas que entram em nossa vida e destroem nossas duras realizações. Surge a devastação, assustadora — às vezes, financeira, emocional ou física. Testemunhamos o fim da vida como a conhecemos; tudo se modifica diante dos nossos olhos. Mas, como as pessoas daquela cidade aprenderam, a perda do que é velho é uma oportunidade de descobrir algo novo. Deus pode usar a adversidade para nos fazer desistir de um mau hábito ou para aprender uma nova virtude. Ele usou um "espinho na carne" de Paulo para ensiná-lo sobre a graça (2 Coríntios 12:7-9).
Em vez de lutar para manter os hábitos antigos, não mais eficazes, podemos encarar cada adversidade como uma oportunidade para Deus cultivar uma nova virtude em nós.
—JAL
Deus, frequentemente, usa experiências amargas para nos aperfeiçoar.