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30 março 2015
E Depois?
"Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu
vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar" (João 14:2).
Cícero, um orador e político romano que viveu na época de
Cristo, disse: "Estou persuadido a crer que meus amigos, que
partiram desta vida, não deixaram de existir. Na realidade,
só sua condição atual pode ser chamada de vida. Eu adoto
esta fé, não somente porque a lógica exige isso, mas também
porque os mais nobres e distintos filósofos a proclamam. Eu
considero este mundo um lugar para viver mas não o meu lar
para sempre. Eu não julgo a partida deste mundo como uma
expulsão de meu lugar de habitação, porém, como a partida de
meu hotel."
Nós, cristãos, filhos do Pai celestial, cremos da mesma
forma -- a morte neste mundo não é o final de tudo. Há um
"depois"... e a nossa fé aqui, determinará o lugar de nosso
"depois".
E o que apresentaremos ao Senhor quando tivermos que deixar
este mundo para começar o "depois"? O que Lhe diremos? O que
haverá em nossas mãos? O que estará escrito no Livro de Deus
a nosso respeito? Ouviremos o "vinde benditos de meu Pai" ou
simplesmente seremos colocados à parte?
Muitas vezes estamos indo à igreja, cantando nas reuniões,
ouvindo sermões, conversando alegremente com os irmãos antes
e depois dos cultos, porém, nosso compromisso termina
exatamente quando passamos pelas portas do templo. Fazemos o
que bem entendemos, agimos sem preocupação espiritual,
ignoramos completamente o fato de que somos representantes
do Senhor neste mundo. Pensamos somente nesta vida e nos
mostramos indiferentes ao "depois". Até quando irá a nossa
alegria? Até que ponto somos verdadeiramente felizes?
Eu estou pensando no "depois". Eu quero estar preparado para
o "depois". Todos nós ansiamos pelo "depois". E porque
pensamos no "depois", pensamos no hoje, no agora, na nossa
vida espiritual com Deus , hoje, amanhã, todos os dias.
Eu quero estar na eternidade com meu Senhor. E você?
vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar" (João 14:2).
Cícero, um orador e político romano que viveu na época de
Cristo, disse: "Estou persuadido a crer que meus amigos, que
partiram desta vida, não deixaram de existir. Na realidade,
só sua condição atual pode ser chamada de vida. Eu adoto
esta fé, não somente porque a lógica exige isso, mas também
porque os mais nobres e distintos filósofos a proclamam. Eu
considero este mundo um lugar para viver mas não o meu lar
para sempre. Eu não julgo a partida deste mundo como uma
expulsão de meu lugar de habitação, porém, como a partida de
meu hotel."
Nós, cristãos, filhos do Pai celestial, cremos da mesma
forma -- a morte neste mundo não é o final de tudo. Há um
"depois"... e a nossa fé aqui, determinará o lugar de nosso
"depois".
E o que apresentaremos ao Senhor quando tivermos que deixar
este mundo para começar o "depois"? O que Lhe diremos? O que
haverá em nossas mãos? O que estará escrito no Livro de Deus
a nosso respeito? Ouviremos o "vinde benditos de meu Pai" ou
simplesmente seremos colocados à parte?
Muitas vezes estamos indo à igreja, cantando nas reuniões,
ouvindo sermões, conversando alegremente com os irmãos antes
e depois dos cultos, porém, nosso compromisso termina
exatamente quando passamos pelas portas do templo. Fazemos o
que bem entendemos, agimos sem preocupação espiritual,
ignoramos completamente o fato de que somos representantes
do Senhor neste mundo. Pensamos somente nesta vida e nos
mostramos indiferentes ao "depois". Até quando irá a nossa
alegria? Até que ponto somos verdadeiramente felizes?
Eu estou pensando no "depois". Eu quero estar preparado para
o "depois". Todos nós ansiamos pelo "depois". E porque
pensamos no "depois", pensamos no hoje, no agora, na nossa
vida espiritual com Deus , hoje, amanhã, todos os dias.
Eu quero estar na eternidade com meu Senhor. E você?
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:
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O OTIMISMO NOS RELACIONAMENTOS
Aprendemos no dia a dia, com nossos relacionamentos, que nem todas as pessoas são bem-intencionadas em suas ideias e comportamentos. Algumas vivem tentando levar vantagem sobre os outros e em certas situações. Já lidei com indivíduos desse tipo e, com certeza, você também.
Não temos como desvendar totalmente o interior do ser humano. Em Jeremias 17.9 lemos que enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Somente Deus nos conhece por completo e sonda nossas intenções.
E graças ao Seu amor e perdão Ele está sempre nos orientando a sermos melhores a cada dia. Deus nos deixou várias mensagens de otimismo em Sua Palavra.
Mesmo se nos decepcionarmos, não devemos deixar de investir e acreditar no ser humano. Quando desconfiamos o tempo todo das pessoas, tendemos a comportar-nos de maneira errada com elas e a fazer julgamentos precipitados, prejudicando nossos relacionamentos. Temos de ser otimistas e esperar o melhor dos outros, pois essa atitude revela maturidade.
Jesus nos deixou um belo exemplo de conduta registrado na história da mulher adúltera. Ele desafiou as pessoas a atirarem nela a primeira pedra caso não tivessem pecado. Os mais velhos do grupo foram os primeiros a largar as pedras e ir embora. Por quê? A maturidade lhes dera o entendimento de que também eram pecadores.
A Bíblia nos incentiva a sempre desenvolvermos a empatia com nosso próximo: Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas(Mt 7.12). Precisamos conscientizar-nos de que todos nós temos limitações e falibilidades, características inerentes ao ser humano após a Queda. Como somos perdoados diariamente por Deus, precisamos aprender a adquirir o saudável hábito do perdão em nossos relacionamentos.
Seja otimista e aprenda a perdoar. As pessoas negativas não conseguem agir assim, pois não se sentem perdoadas e carregam mágoas e ressentimentos de relacionamentos mal resolvidos. Portanto, não conseguem ver nem extrair o melhor das pessoas. Estão sempre criticando e julgando com base no que elas mesmas têm de pior.
Se você é otimista e deseja manter e desenvolver relacionamentos saudáveis, o perdão deverá fazer parte do seu cotidiano. Temos de aprender a perdoar e a pedir perdão diariamente. Martin Luther King Jr. tinha razão quando afirmou que "o perdão não é um ato ocasional, é uma atitude permanente".
Lembre-se de que seremos julgados de acordo com os mesmos critérios pelos quais julgamos os outros. Se nos concentrarmos nos aspectos positivos do comportamento das pessoas, será mais provável que elas façam o mesmo conosco.
Dra Elizete Malafaia
Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/
Graça e Paz
Moacir Neto - Lidiomar Trazini http://www.reflexoesevangelicas.com.br
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