30 janeiro 2015

Forte... Muito Forte



"Sede fortes, e revigore-se o vosso coração, vós todos que
esperais no SENHOR" (Salmos 31:24).


"O fraco nunca pode perdoar. O perdão é um atributo do
forte."


Somos fracos quando não sabemos recomeçar, quando não
sabemos levantar após uma queda, quando desistimos de nossos
sonhos ao enfrentar o primeiro obstáculo, quando perdemos a
esperança ao perceber a primeira dificuldade, quando
perdemos a motivação apenas porque fracassamos uma vez.


Somos fracos quando não somos capazes de perdoar uma ofensa,
uma palavra dita em um momento de mau-humor, uma atitude
impensada, uma oportunidade não concedida, uma mão não
estendida quando a buscamos em uma hora de aflição.


Precisamos ser fortes! Devemos demonstrar nosso amor, mesmo
quando não existe retribuição, conservar nossa fé, mesmo
quando as montanhas teimam em não sair do lugar, seguir em
frente mesmo que as pedras no caminho continuem ferindo
nossos pés, perdoar, mesmo que o alvo de nosso perdão não o
mereça.


Precisamos ser fortes... muito fortes, para perdoar a nós
mesmos, quando nos sentimos fracassados, derrotados,
incompetentes, um zero à esquerda. Precisamos levantar
nossas cabeças, olhar para o alto, agradecer ao Deus que nos
perdoou primeiro e sabe que tudo vai mudar.


Precisamos ser muito fortes para entender que tudo depende
de Deus. Ele é forte e isso nos torna fortes. Ele é poderoso
e nEle podemos todas as coisas. Ele é nosso Deus e nós somos
Seus filhos. Desistamos de olhar nossas culpas e alegremos
nossos corações. Ele é o Deus que abençoa e nós somos
aqueles a quem Ele abençoará. Obrigado, Senhor!


Perdoe as faltas de seus amigos... perdoe suas próprias
faltas... seja forte... muito forte!  
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:
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Irrefreável

       
Irrefreável
Então o Senhor abriu os olhos a Balaão, ele viu o Anjo do Senhor, que estava no caminho… —Números 22:31

Leitura: Números 22:10-34
A Bíblia em um ano: Êxodo 23-24;Mateus 20:1-16
Abaixo. Acima. Em volta. Através. Nada irá me impedir de fazê-lo. Ouço com frequência as pessoas expressarem esse tipo de atitude quando elas têm uma ideia ou veem uma oportunidade que lhes pareça boa ou vantajosa. Dedicam todos os seus recursos para conquistá-la.
Como evidência de que esta maneira de pensar possa ser falha, chamo uma jumenta como minha testemunha — uma que pertence a um homem chamado Balaão.
Um rei vizinho ofereceu a Balaão uma tarefa vantajosa, e ele perguntou a Deus se lhe era permitido aceitá-la (Números 22). Quando Deus disse não, os representantes do rei fizeram uma oferta melhor. Pensando que Deus poderia ter mudado de ideia, Balaão perguntou novamente. Deus permitiu a Balaão ir com os representantes, mas sob rigorosas condições. Deus conhecia o coração de Balaão e não estava contente com ele, portanto o Senhor colocou o Seu anjo no caminho. Balaão não podia ver o anjo, mas sua jumenta podia. Quando a jumenta recusou-se a continuar, Balaão irritou-se com o animal por bloquear o seu caminho.
A história de Balaão nos ensina que nem todo obstáculo foi feito para ser superado. Alguns são colocados por Deus para nos proteger de fazer algo tolo. Quando nossos planos são dificultados, não deveríamos presumir que é Satanás tentando nos parar. Pode ser Deus tentando nos proteger.
— Julie Ackerman Link


Deus está sempre nos protegendo — mesmo quando não percebemos que precisamos. 

A SARÇA ARDENTE



Êxodo 3: 1-3
                           
                                     

INTRODUÇÃO

A queima de uma sarça era algo comum no deserto, aquilo acontecia diariamente. Por causa do sol escaldante as sarças ardiam, e eram consumidas pelo fogo causado pela combustão espontânea.

Muitos pensam que a Obra de Deus é algo comum no meio deste mundo. Quando alguém entra numa igreja da Obra, às vezes pensa que está entrando numa igreja qualquer. As pessoas têm tido muitas decepções neste mundo, inclusive dentro de igrejas tidas como cristãs, e isso acontece porque  as coisas deste mundo consomem os homens e os destroem.          
                                                                                                      

DESENVOLVIMENTO 

Houve um dia, quando apascentava as ovelhas do seu sogro no deserto de Midiã, em que Moisés viu algo diferente acontecer; Ele viu uma sarça ardendo no meio do fogo, mas ela não se consumia. Ele então, se deteve em observar aquilo, e Deus começou a falar com ele, revelando o seu Projeto para sua vida.

A Obra do Senhor é algo totalmente diferente de tudo que se costuma ver neste mundo. A Obra arde no nosso coração, mas ela não nos consome nem nos destrói. Ela nos preserva, nos purifica e nos dá vida eterna. Quando o homem se detém em observar a Obra de Deus, ele ouve a voz do Senhor, e começa a conhecer o seu Projeto para sua vida.

Nós somos como sarças no deserto deste mundo. O fogo deste mundo, que são as lutas e problemas da vida, nos consomem. Mas o fogo do Espírito Santo, quando vem sobre nós, opera uma Obra de restauração, conservação e preservação para a vida eterna. 

CONCLUSÃO 

Todas as instituições humanas estão num processo de corrupção e decadência, mas a Obra do Espírito se conserva e não se consome. Nós somos provados, mas o fogo que nos prova, é o mesmo que nos consome.


Deus chamou Moisés para o ministério, não para lhe dar um presente, mas para que ele socorresse um povo aflito, que estava escravizado no Egito.