"Guarda-me como a menina dos olhos, esconde-me à sombra das tuas asas, dos perversos que me oprimem, inimigos que me assediam de morte. Insensíveis, cerram o coração, falam com lábios insolentes; Andam agora cercando os nossos passos e fixam em nós os olhos para nos deitar por terra. Parecem-se com o leão, ávido por sua presa, ou o leãozinho, que espreita de emboscada. Levanta-te, SENHOR,
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