BENVINDO

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 Sou servo do Senhor desde 2001,sirvo a Deus na Igreja do Evangelho Quadrangular,  obreiro formado no Instituto Teológico Quadrangular, professor da Escola Bíblica,  casado com Elisângela a 25 anos , pai de 2 filhos maravilhosos,  buscando cada dia conhecer mais ao Senhor. Meu maior desejo é ser " uma bênção" e abençoar àqueles que estão perto e através da web os que estão longe.  Que as bênçãos do Senhor seja transbordante sobre a sua vida, sobre sua casa , sobre sua família, sobre o seu ministério, querido(a) e amado(a) irmão(ã) em Cristo Jesus. 

domingo, 23 de julho de 2017

Fazendo a vida valer a pena

 



E se parássemos de nos contentar com pouco e percebêssemos que podemos ser e fazer muito mais?
E se deixássemos as primeiras idéias de lado, aquelas que surgem fácil na cabeça de qualquer um e nos forçássemos a ser mais criativos, buscando novos e... diferentes caminhos?
E se nos habituássemos a pensar grande?
E se começássemos a ver as coisas por outros ângulos, ampliando nossa percepção e apurando nossa sensibilidade quanto à matéria-prima que nos cerca?
E se lêssemos mais, nos informássemos mais, fizéssemos mais e reclamássemos menos?
E se ao invés de falarmos sobre doenças e problemas, competindo na gravidade de nossas tragédias com amigos e familiares, discussões intermináveis sobre quem se ferrou mais na vida, passássemos a falar sobre o que fazemos de bem e temos de bom?
E se percebêssemos que há gente em situação menos privilegiada tirando a vida de letra, chupando cana, assoviando e criando suas próprias oportunidades?
E se mudássemos a nossa própria sorte através da ação?
E se nos permitíssemos acertar menos na prova e errar mais na vida, reconhecendo que o vice-versa também é válido?
E se falássemos menos, ouvíssemos mais, ampliando o conhecimento de nós próprios a partir do entendimento generoso daqueles que nos cercam e impactam nossa vida?
E se criássemos mais?
E se copiássemos menos?
E se déssemos para nossas crianças livros e brinquedos, não só brinquedos? 

E se fôssemos menos mórbidos e deixássemos os bombeiros trabalharem em paz?
E se desligássemos a passividade da TV por uns instantes e procurássemos informação por outros meios?
E se ouvíssemos mais rádio, lêssemos mais revistas e jornais? E se fôssemos mais ao cinema? Nem que fosse para assistir a um besteirol qualquer, com o único compromisso de sair com uma barriga dura e o maxilar doendo, de tanto rir?
E se esquecêssemos nossos circunstanciais inimigos, na certeza de que eles nos esqueceriam também? E se virássemos o lado arranhado do disco da nossa vida e nos déssemos o direito de tocá-la num ritmo novo, mais criativo em letra e música?
E se percebêssemos que nunca é tarde para começar, muito menos para recomeçar?
E se começássemos tudo isso agora?
Tenha a certeza: valeria a pena.



 

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