18 fevereiro 2013

porque há um maior conosco do que com ele





SENAQUERIBE INVADE JUDÁ

II Crônicas 32: 1-8

7  Esforçai-vos, e tende bom ânimo; não temais, nem vos espanteis, por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele, porque há um maior conosco do que com ele.
8  Com ele está o braço de carne, mas conosco o SENHOR nosso Deus, para nos ajudar, e para guerrear por nós. E o povo descansou nas palavras de Ezequias, rei de Judá.


INTRODUÇÃO

            Ezequias foi um dos reis de Judá, que procurou agradar ao Senhor e andar nos seus caminhos. Israel vivia um período de muitas dificuldades espirituais, e Ezequias procurou restabelecer a vida espiritual do povo restaurando o culto ao Senhor em Jerusalém. Ele mandou os levitas purificarem suas vidas e o Templo, regulou as turmas dos sacerdotes e levitas e depois convocou todo o povo a vir à Jerusalém celebrar a Páscoa. Todas essas providências produziram muita prosperidade e havia muita alegria no meio do povo.
            Exatamente neste tempo, quando essas coisas aconteciam, Senaqueribe, rei da Assíria, entrou em Judá e intentou separar para si as suas cidades.
            Sempre que alguém firma no seu coração o propósito de servir ao Senhor com fidelidade, o inimigo se levanta furiosamente para atacar, cercando a sua vida com problemas e dificuldades repentinas.

DESENVOLVIMENTO

            Quando isso aconteceu, Ezequias tomou providências imediatas para dificultar a ação de Senaqueribe contra Jerusalém:

1. Tapou todos os poços ao redor da cidade – Eliminar aquilo que facilitaria as coisas para o inimigo.                   

2. Fortificou e edificou o muro quebrado – Tapar todas as brechas existentes, acertar a vida espiritual e a comunhão com o Senhor, confessar os pecados e buscar o perdão.

3. Levantou outro muro por fora – Clamor pelo Sangue de Jesus.

4. Fez armas e escudos em abundância – Orações, jejuns e madrugadas.

            Senaqueribe chegou a Láquis e enviou seus servos para afrontar o rei Ezequias e o povo de Jerusalém, bem como o nome do Senhor (esse foi o seu maior erro). A língua usada por eles nas suas afrontas foi o judaico, procurando desestimular os habitantes da cidade, dizendo que não deveriam confiar em Ezequias nem no Senhor, pois Ele não os livraria das mãos de Senaqueribe. Até fizeram referências aos deuses das nações conquistadas pelo rei da Assíria, os quais não puderam fazer nada para livrá-las.

            A estratégia de Senaqueribe, quando cercou e ameaçou o povo do Senhor, é a mesma usada pelo adversário hoje em dia. Quando ele cerca algum servo, faz de tudo para enfraquecer sua fé e sua confiança no Senhor, pois assim as coisas são facilitadas para ele. Se ele consegue convencer o servo de que não há esperança, que o seu problema é grave, que ele está sem comunhão e que o Senhor não o livrará da dificuldade, então tudo estará praticamente perdido. Ao envolver o servo desta forma, o inimigo revela claramente sua intenção de destruir sua vida.

            O rei Ezequias e o profeta Isaías oraram ao Senhor pedindo sua intervenção para livrá-los daquele grande perigo, o Senhor enviou um anjo que feriu a todos os varões valentes, os príncipes e os chefes do exército do rei da Assíria. Quando Senaqueribe soube do que aconteceu com suas tropas, voltou para sua terra confundido e envergonhado, e quando estava na casa de Nisroque, seu deus, Adrá-Meleque e Sarezer, seus filhos, o feriram e ele morreu.
           
CONCLUSÃO

            Quando confiamos no Senhor e estamos na sua presença Ele sempre nos socorre, por mais difícil e complicada que seja a nossa situação. Os que se levantam contra nós são confundidos e envergonhados, e são destruídos pelos seus próprios planos e intentos, por aquilo que eles mesmos produziram.
            A misteriosa enfermidade que acometeu e destruiu todo o exército Assírio, formado por 185 mil homens, da noite para o dia, sem que ninguém pudesse explicar como aconteceu, é mencionada hoje em alguns livros de medicina como a "Peste de Senaqueribe". No entanto a Bíblia desvenda todo o mistério, revelando que tudo foi o resultado de uma ordem de Deus para que apenas um dos seus anjos ferisse aquele exército (II Reis 19: 35), que veio à Terra Santa de Israel com o propósito de destruir Jerusalém e afrontar o Santo nome do Senhor Deus de Israel. 
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